O local tem esse nome pois havia ali um edifício inspirado no Crystal Palace de Londres. Construído em 1865, o prédio era todo feito em granito, ferro e vidro e recebia diversas exposições e eventos culturais. O Palácio de Cristal foi demolido em 1951 e no lugar foi construído o Pavilhão de Desportos.
O pavilhão atual, onde é possível subir para ver a paisagem
Este espaço existe até hoje e também recebe vários tipos de evento. Atualmente, é possível subir no pavilhão e ter uma vista panorâmica de todo o Porto!
Jardins do Palácio de Cristal
Para mim, esse é um dos lugares mais especiais da cidade, já que tem vários miradouros com vistas incríveis para o Douro e para o mar. Além disso, o local é uma delícia para caminhar em meio à natureza ou apenas relaxar na sombra de suas árvores. Dizem inclusive que JK Rowling vinha para este parque para escrever o primeiro livro da saga Harry Potter. Falei mais sobre este assunto neste post: Harry Potter no Porto.
Um dos miradouros do parque
São diversos espaços diferentes, com jardins ornamentais, lagos, fontes e esculturas. Enquanto caminha e admira a paisagem, você ainda pode cruzar com os muitos pavões que circulam livremente pelo local.
É nos jardins do Palácio de Cristal que fica um dos pontos mais instagramáveis do Porto. Este muro com vista para o Douro dá a impressão de ser muito alto, mas na verdade estamos apenas uns 5 metros do chão. É só posicionar a câmera no ângulo certo para ter uma foto incrível com o Rio Douro ao fundo!
Aqui dá para ver que o muro não é muito alto!O ponto mais instagramável do Porto!
Esse lugar fica perto do “Jardim de Buxo”, o ponto nº 5 marcado no mapa. Fica para o lado direito em relação à entrada principal do parque.
Mapa dos Jardins do Palácio de Cristal
Como ir aos jardins do Palácio de Cristal
Os jardins do Palácio de Cristal não ficam exatamente no centro do Porto (são 2km de distância da Estação São Bento), mas é bem fácil chegar lá. Da Av. dos Aliados, basta pegar o autocarro (ônibus) 208 ou 501 e em poucos minutos você estará na entrada principal do parque. A entrada nos jardins do Palácio de Cristal é gratuita.
Verín fica na Galiza, bem perto da fronteira com Portugal, e foi justamente por isso que consegui “sair do país”. Quando fiz a Rota Termal e da Água, cruzei a fronteira para conhecer as nascentes do lado espanhol e aproveitei para explorar um pouco mais de Verín.
Verín é a “outra ponta” da Eurocidade Chaves-Verín. Como ficam muito próximas, essas cidades se uniram para promover. Para ver vais da outra cidade, veja este post sobre Visitar Chaves, Portugal.
Igreja dentro do castelo de MonterreiCapela do casteloEstátua no centro de Verín
O que visitar em Verín
Confesso que fui à Verín sem saber exatamente o que visitar, não pesquisei muito antes. De qualquer maneira, Verín é pequena e é fácil passar pelas principais atrações em poucas horas:
Castelo de Monterrei – a atração que mais me chamou atenção quando fiz minha pesquisa sobre o que visitar em Verín. O castelo de Monterrei é uma fortificação que teve sua construção iniciada no ano de 950, sofrendo várias modificações ao longo dos séculos. A visita ao castelo é gratuita, mas não tem muito o que ver: não dá para entrar em nenhuma área interna, mas ainda assim, a paisagem é bem bonita. Hoje em dia o espaço tem um restaurante e algumas áreas do castelo foram transformadas em hotel e você pode fazer sua reserva através deste link.
Capela do casteloVista do castelo de MonterreiCastelo de Monterrei
Fontes e nascentes termais – como disse, Verín faz parte da Rota Termal e da Água e é ali que ficam 4 das nascentes. Mesmo que você não faça a rota completa, sugiro que você passe pelo menos em Cabreiroá. O lugar é lindo, rodeado por um enorme jardim e rende ótimas fotos!
Balneário de Caldeliñas – esta fonte não faz parte da Rota da água oficialmente, mas é um passeio bem interessante. As ruínas estão super bem conservadas, o lugar é lindo e você pode provar e até levar para casa a água que faz bem para a pele!
O antigo hotel de CabreiroáCabreiroáBuvette de Cabreiroá por dentroBanheiras em CaldeliñasBalneário de Caldeliñas
Centro histórico de Verín – é bem bonitinho, mas não tem muito o que ver… Apenas algumas igrejas, umas estátuas e casinhas medievais fofas! Vale dar uma pequena caminhada por ali…
Estátua no centro de VerínCentro histórico de Verín
Verín é uma boa opção para quem está em viagem pelo norte de Portugal. É pequenina, dá para chegar nas principais atrações e carro e conhecer tudo em apenas algumas horas.
Esta aldeia tem vários nomes: Aldeia-Museu José Franco, Aldeia Típica do Sobreiro ou apenas Aldeia Saloia. Fica em Mafra, há apenas 30 minutos de Lisboa e é um ótimo passeio para fazer a partir da capital portuguesa.
Esta aldeia típica surgiu nos anos 60, pelas mãos de José Franco, oleiro nascido na região. Filho de uma vendedora de louça e de um sapateiro, ele aprendeu o ofício com dois mestres oleiros de Sobreiro. Na época, a renda de muitos habitantes vinha da venda das peças feitas a partir do barro.
Açougue / Talho
Capela
Por volta dos 40 anos de idade, José Franco deu início à um sonho antigo: recriar uma aldeia que espelhasse o modo de vida do local. E assim, como uma homenagem à sua história e à região, nasceu a Aldeia-Museu José Franco.
O local recria uma aldeia típica portuguesa, com diversos prédios em miniatura: moinho, talho (açougue), mercearia, lojas… Além de representações de trabalhadores como sapateiro, alfaiate, barbeiro etc. A Aldeia Sobreiro também tem um pequeno museu da cerâmica, que conta com peças feitas pelo próprio José Franco.
Alfaiate
Versos para homenagear a profissão
O museu e cerâmica José Franco
O interior de uma casa típica de aldeia
O espaço é bem grande, com várias coisas para ver e observar. É bem gostoso passear por ali e explorar cada cantinho. Tem até uma mini muralha medieval!
O local é um passeio perfeito para fazer com crianças, que se encantam com as pequenas construções e se divertem nos playgrounds. Mas os adultos também se divertem aprendendo um pouco mais sobre a vida típica numa aldeia portuguesa.
Escola
Sala de aula
Loja
Restaurante
Sapateiro, Barbeiro e Dentista
Aldeia Museu José Franco: Preços
A visita ao espaço é totalmente gratuita e conta com um grande estacionamento (também grátis) na parte traseira. No local, você encontra uma pequena lanchonete que vende, entre outras coisas, o típico e delicioso pão com chouriço. Como não poderia deixar de ser, por ali também é possível comprar cerâmicas de diferentes tipos e estilos, na loja que fica bem na entrada do local.
Há apenas 30 minutos de carro de Lisboa, é possível visitar uma aldeia típica e super fofa! A Aldeia da Mata Pequena renasceu do sonho do casal Ana e Diogo Batalha, que reformou todas as casas mantendo as características das construções originais.
A Aldeia da Mata Pequena é composta de 10 habitações que são um belo exemplo da arquitetura tradicional da Região Saloia. São casas em pedra, com teto baixo e portas pequenas, que mais parecem casas de bonecas! Cada casa é única e cada uma tem seu próprio charme.
Esta aldeia típica tem apenas uma rua, que termina num vale com rodeado de montanhas, numa paisagem rural e encantadora! O local tem um restaurante, que no dia que fui estava fechado, acredito que por ser segunda-feira.
A aldeia típica é um verdadeiro paraíso para quem ama tirar fotos: cada cantinho tem um detalhe diferente e é impossível não fotografar tudo! O local é cheio de peças tradicionais que deixam tudo com um ar mágico: bicicletas antigas, vasos, flores…
Além da arquitetura típica, a Aldeia da Mata Pequena conserva costumes e tradições antigas, como o local para lavar roupas no fim da aldeia. Também é possível observar diversos animais, incluindo porcos, coelhos, ovelhas e burros tradicionais da região.
Mesmo estando tão próxima à Lisboa, a Aldeia da Mata pequena é um verdadeiro paraíso de paz. Rodeada de natureza, o local parece estar super isolado do mundo, uma delícia!
Aldeia Típica perto de Lisboa
A visita à aldeia da Mata Pequena é totalmente gratuita, mas se você quiser viver uma experiência ainda mais imersiva, pode se hospedar numa das casas típicas. São diversas opções, que acomodam de 2 a 6 pessoas, cada uma com seu charme diferente. Para fazer sua reserva, clique aqui. É uma ótima opção para quem quer recarregar a energia e passar uns dias de paz!
Ponte Romana de Cheleiros
Quem se hospedar por ali, pode aproveitar muitas atrações que ficam próximas: Tapada de Mafra, Aldeia Típica José Franco, Convento de Mafra, praias de Ericeira e outras atrações para visitar em Ericeira. Também pode passar pela Ponte Romana de Cheleiros, esta construção de arco único. Sabe-se pouco sobre ela, mas historiadores acham que ela foi construída ainda durante a ocupação romana e depois “reformada” no período medieval. De qualquer maneira, é um lugar diferente e fofo para fazer fotos!
Para comemorar a sua milésima loja no Brasil, o McDonalds resolveu criar um restaurante comemorativo. Foi assim que surgiu o Méqui 1000, em 2019.
O local escolhido foi super especial: um casarão na Av. Paulista, cartão postal de São Paulo, maior cidade brasileira. Com uma arquitetura imponente, a mansão construída nos anos 40 e já abrigou bancos e outros negócios. A casa sempre chamou a atenção de quem passava pela Av. Paulista, já que se destacava entre tantos prédios altos e modernos.
A escadaria com os ingredientes do BigMac
A árvore de Natal em formato de Sundae
Fachada do casarão histórico
Mas porque este nome? Bem, nós brasileiros sempre chamamos o McDonalds de “Méqui” e a marca resolveu adotar o apelido carinhoso, colocando-o até na fachada!
Pelo que tenho acompanhado, a decoração da fachada muda com alguma frequência. Quando fui (dezembro de 2021), estava toda decorada para o Natal. A árvore de Natal em formato de sundae estava demais!
Dentro do restaurante, é possível admirar os tetos decorados em gesso e comer seu lanche na varanda, com uma boa vista da Av. Paulista.
Varanda com vista para Av. Paulista
Cardápio Méqui 1000
Quando foi inaugurado, este McDonalds tinha 15 produtos exclusivos. No entanto, quando estive na loja, não vi nada de diferente no menu, apenas os lanches tradicionais disponíveis em todos os McDonalds do Brasil.
Preços dos produtos do Méqui 1000
Meia em caixinha de sanduíche!
Se você procura algo diferente, vai gostar da lojinha que fica na calçada, em frente ao restaurante. Ali é possível comprar vários souvenirs do McDonalds: camisetas, ecobag, caderno, adesivo, máscara de dormir… Os produtos custam entre R$ 19,90 e R$ 99,90. Adorei a meia que vem numa caixinha de sanduíche!
Méqui 100: onde fica?
O Méqui 1000 fica na Av. Paulista, 1811, São Paulo Brasil. Chegar lá é super fácil: ele fica entre as estações de metrô “Consolação” e “Trianon-Masp”. Você pode descer em qualquer uma delas e ir a pé até o restaurante. A entrada no Méqui 1000 é grátis, você só paga se quiser comer ou comprar algum produto.
O Parque do Ibirapuera, chamado carinhosamente de “Ibira” é o maior parque de São Paulo. Todos os anos, a decoração de Natal no Ibirapuera fica linda e aproveitei as minhas férias aqui no Brasil para mostrar o Natal no Ibira para vocês!
Este ano, o Natal no Ibirapuera tem como tema a fauna e flora brasileira, com foco nos animais e espécies presentes no Parque Ibirapuera. São várias atrações espalhadas ao redor do maior lago do parque, que está todo decorado com vitórias régias luminosas.
É bem gostoso caminhar por ali, tirando muitas fotos! Inclusive, não faltam cenários para fotos: presentes de luz, palavras iluminadas e várias árvores de Natal! Como no ano passado, por conta da pandemia, a árvore de Natal gigante não está por ali (está na Estaiada). Para compensar, temos várias árvores espalhadas ao redor do lago!
Cada uma das árvores de Natal homenageia animais ou espécies do parque. Tem uma árvore do Sapo Cururu, que faz o som do bicho e tem até música. Outra toda dedicada Às aves do local. A minha favorita é a dedicada aos insetos, toda decorada com borboletas!
a árvore inspirada no sapo cururu
Árvore de Natal perfumada
Minha favorita!
A árvore de Natal que fica bem no centro faz uma homenagem às flores do parque e solta até perfume! Perto dela, ficam outras atrações. O túnel de luz em formato de lagarta (simbolizando a transformação) é um dos pontos mais concorridos para fotos!
Os balanços luminosos também tem sempre fila para entrar, mas vale a pena enfrentar porque dá para fazer ótimos cliques.
Balanços luminosos
Presentes luminosos espalhados pelo parque
Palavras luminosas espalhadas pelo Ibirapuera
Uma maneira bem interessante de passear pelo Natal no Ibirapuera é pegando um carrinho de golfe do “Circuito Veloe”. Durante o trajeto de aproximadamente 20 minutos, um guia irá te contar mais sobre o Parque Ibirapuera e as inspirações para o Natal no Parque.
A área onde é possível pedir comida e onde fica a pista de patinação
O carinho de golfe que te leva pelo Natal no Ibira
Lua linda no parque à noite!
cenários instagramáveis!
Um pouco mais afastado da árvore principal, fica uma praça de alimentação. Ali é possível pedir comida através de um aplicativo e comer nas mesas disponíveis. É ali que fica também a pista de patinação em estilo anos 80 (esta atração é paga).
Show de Luzes no Ibirapuera
Todas as noites, acontece o show “A Festa da Natureza”, com música e projeções holográficas no lago. O espetáculo é bem focado nas crianças, contando um pouco sobre os animais do parque, mas todo mundo se encanta com as luzes!
O show acontece em 3 horários diferentes (19h30, 20h30 e 21h30) e pode ser visto de qualquer ponto do lago. No entanto, a melhor vista é do lado interno do lago, bem em frente à árvore de Natal de flores.
O Natal no Parque do Ibirapuera tem entrada gratuita e vai até o dia 6 de janeiro. Vale lembrar que ainda estamos numa pandemia e o uso de máscara é obrigatório, assim como manter o distanciamento e usar álcool gel. Para mais informações, consulte o site do evento.
Começamos nossa visita no Parque da Liberdade, que nesta época natalina fica ainda mais mágico! O local é inteirinho decorado para o Natal, se tornando num verdadeiro Reino do Natal. Caminhando pelo parque, você vai encontrar casas de gnomos/duendes, muitas luzinhas…
Além de se encantarem com as decorações, as crianças ainda podem participar de vários workshops e outras atividades, como contação de histórias. Elas também podem visita a oficina do Papai Noel e claro, falar com o bom velhinho.
A entrada no Reino de Natal em Sintra é gratuita mas é sugerido que você doar um alimento não perecível ou algum valor simbólico em dinheiro, logo na entrada do Parque. Na entrada é exigido também o certificado de vacinação, mas é sempre bom consultar quais são os documentos exigidos antes da visita (já que isso muda sempre conforme os decretos do governo de Portugal).
Luzes de Natal em Sintra
Saindo do parque, vamos em direção ao Palácio Nacional de Sintra, onde fica a árvore de Natal. Ali também tem um pequeno mercado de Natal e as árvores estão todas iluminadas. Na noite que fui, tinha muita neblina, mas consegui ver até o Castelo dos Mouros iluminado no topo da montanha, lindo!
O Castelo dos Mouros iluminado
Quando fui, acho que havia algum problema técnico e as luzes da rua “Volta do Duche” (que liga o Parque da Liberdade ao Palácio Nacional da Pena), estavam todas desligadas. Mas este caminho costuma ficar bem bonito, incluindo a fonte Mourisca toda iluminada. Dá para ter uma ideia vendo as fotos no meu post de 2019 sobre Sintra Natalina.
O Natal em Sintra vai até dia 23 de dezembro e conta com várias outras atrações que podem ser consultadas no site do evento.
Hoje vamos conferir as luzes de Natal em Cascais! Esta vila próxima à Lisboa é um charme em qualquer época do ano, mas no Natal, fica ainda mais mágica!
Começamos nosso passeio pelo Estoril, bem próximo à Cascais. Este ano, a tradicional roda gigante foi colocada ali, nos jardins do Casino Estoril. Confesso que não gostei nada dessa novidade: ficou longe de todo o resto das luzes de Natal em Cascais… Tanto que, em plena sexta-feira à noite, não tinha ninguém na roda gigante!
De qualquer maneira, a paisagem de cima da roda gigante deve ser linda: deve dar para ver toda a baía e praias da região. Ela funciona de segunda à quinta entre 12h e 22h e nos outros dias e feriados até a meia noite. Os bilhetes custam 4€ para crianças até 12 anos, 5€ para cada adulto. Também é possível pegar uma cabine familiar (até 6 pessoas) por 24€.
Luzes de Natal em Cascais
Seguimos para o centro da vila de Cascais, onde estão a maior parte da decoração de Natal. A Praça 5 de Outubro este ano recebeu um túnel luminoso super instagramável! Mas os cenários perfeitos para foto são muitos: tem a árvore de natal azul, um presente luminoso e a Câmara Municipal que está linda!
Na baía, onde ficava a roda gigante nos anos anteriores, está um pequeno mercado de Natal e alguns carrinhos de street food. Dali é possível ver a roda gigante bem ao longe no Estoril… Passear pelas ruas por ali é uma delícia: muitas estão decoradas e super animadas!
Mas as luzes de natal não se resumem só à Cascais, diversas freguesias estão decoradas para a época mais mágica do ano. São mais de 5 milhões de luz leds que podem ser admiradas em pontos icônicos como a Avenida Marginal e nas Arcadas Estoril.
Ruas de Cascais
detalhes na câmara Municipal de Cascais
Câmara Municipal de Cascais
Natal em Cascais
O Natal em Cascais vai muito além das decorações! Como no ano passado, para evitar aglomerações, durante todo o mês de dezembro acontece o Natal Itinerante. O desfile natalino que conta com vários personagens típicos da época tem todos os dias um percurso diferente que pode ser consultado aqui.
Local onde ficava a roda gigante agora conta com street food
Mercadinhos de Natal foram construídos em diversas freguesias. Alcabideche, Carcavelos e Cascais contam com barraquinhas que vem diversos produtos, street food e até atrações para crianças (como comboio e carrossel). Mais informações, aqui. Concertos e outras animações completam o Natal em Cascais, a programação completa pode ser consultada aqui.
Este ano, o Parque Eduardo VII volta a ser palco de um dos maiores eventos de Natal de Portugal. O Wonderland Lisboa é um grande evento ao ar livre que conta com atrações para toda a família!
A grande estrela do espaço é a roda gigante: tem 30m de altura e oferece uma bela vista de Lisboa! A volta na roda gigante custa 5€. Mesmo que você não ande nela, vai poder tirar muitas fotos com ela ao fundo!
Do gramado do parque, você poderá usar várias luzinhas par compor seu clique. Se preferir cenários montados, na área central, tem um balanço e uma estrela luminosa que são perfeitos para o Instagram! É ali também que fica a árvore de Natal, com bolas no chão que também serve como cenário. E como esta parte é mais alta, você consegue ter uma bela vista não só da roda gigante mas de boa parte do parque.
As crianças vão se encantar não só com toda a decoração, mas com atrações pensadas especialmente para elas: aldeia e casa do Pai Natal (Papai Noel), comboio de madeira e cabine telefônica ao estilo inglês para fotos. Entre as atrações pagas, os pequenos podem se divertir no carrossel (3,5€), comboio de natal (3,5€) e trampolins (4€).
Como já é costume, o Wonderland Lisboa conta com uma pista de patinação no gelo totalmente gratuita. Basta enfrentar a fila (que costuma ser grande) para patinar por 15 minutos. Eles te emprestam os patins e o capacete.
Nas laterais do parque, fica o mercado de natal com 60 barraquinhas que vendem desde comidas típicas até artesanato e outros produtos.
Wonderland Lisboa: Horários e Preços
A entrada no Wonderland Lisboa é gratuita e é necessário apresentar o certificado de vacinação, conforme as regras atuais. Está aberto todos os dia até dia 1 de janeiro, mas o horário muda conforme o dia da semana, feriados e festas. De segunda à quinta, das 12h às 21h. às sextas e sábados, das 12h à meia noite. Domingos e feriados das 10h às 22h. Dias 24 e 31 de dezembro, das 10h às 16h. Dias 25 de dezembro e 1 de janeiro, das 16h às 24h. Mais informações podem ser consultadas no site do evento.
O Porto Fashion & Fabric Museum fica em Vila Nova de Gaia, dentro do World of Wine. É um dos 7 museus do Wow Porto, espaço gigantesco todo dedicado ao vinho e que tem uma vista incrível para o Rio Douro. Aqui você pode ver mais sobre o local e os outros museus: Wow Porto – World of Wine.
Instalado dentro de um antigo prédio do século XVIII totalmente reformado , com janelas o espaço tem até uma capela histórica. Obra do arquiteto Nicolau Nasoni, o pequeno espaço foi totalmente restaurado e é possível observar os belos afrescos nas paredes.
A visita ao museu da moda no Porto começa com uma timeline contando sobre a história da indústria têxtil em Portugal, com exposição de fotos e outros objetos de época. Seguimos para uma sala onde o destaque são os principais materiais usados pela indústria da moda: algodão, linho, couro etc.
Na sala seguinte vemos diversas peças feitas com materiais tecnológicos, como por exemplo, um tecido que usa cortiça na sua composição para dar um toque emborrachado.
Peças feitas com materias tecnológicos
O processo de criação de uma coleção é totalmente explicado nas áreas seguintes, com croquis explicando cada um dos passos necessários até a coleção de moda estar completa. Alguns outros espaços mostram mais sobre o processo de produção das roupas e tecidos.
A filigrana, técnica que cria jóias a partir de fios de ouro, recebe destaque numa pequena sala do museu. Como não poderia deixar de ser, o Porto Fashion & Fabric Museum também tem uma área toda dedicada ao calçado, já que Portugal exporta muitos sapatos.
Coração de Viana feito em filigrana
A visita termina com exposição de peças de vários estilistas de Portugal. Com foco na moda de autor, o museu da moda no Porto é um museu único no mundo, justamente por ser tão dedicado aos designers portugueses.
Apesar de Portugal não ser uma grande potência nessa área, podemos ver que existem criações incríveis, que realmente merecem destaque.
Óbvio que a visita ao museu termina numa loja com livros e peças de designers portugueses. No corredor onde saímos, estão reunidas diversas lojas de marcas de Portugal com peças de design super interessantes. Para visitar as lojas, não é preciso comprar o bilhete para o museu.
Museu da Moda no Wow – World of Wine
A visita ao museu da moda no Porto é rápida: uma hora é suficiente para ver toda a exposição. Os bilhetes custam 17€ e existem bilhetes conjuntos com os outros museus do Wow e também bilhetes para família, que podem ser comprados online no site do World of Wine.
Quais os melhores presentes para viajantes? O Natal já está chegando e se você tem alguém na sua vida que ama viajar, mas não sabe o que comprar para agradar à pessoa, vem que eu te ajudo!
Neste post reuni uma série de sugestões de presentes que eu adoraria ganhar. Inclusive, muitos desses produtos eu já uso há muitos anos, então estão mais do que aprovados para viajantes!
Cadeado – imprescindível em qualquer viagem, seja para fechar a mala ou o locker no hostel. Escolha um que senha com senha, assim não corre o risco de perder a chave.
Tomada USB – eu nunca viajo sem a minha tomada USB, já que muitos hotéis tem poucas tomadas e eu tenho que carregar muitos eletrônicos durante a noite. Eu prefiro o modelo que tem um fio, assim consigo colocar mais perto da cama, tipo este aqui. Mas a tomada universal é melhor porque pode ser usada em todos os países, independentemente do formato da tomada.
Nécessaire transparente – ótima para colocar todos os líquidos e passar pela segurança dos aeroportos com mais facilidade!
Nécessaire– um modelo com vários compartimentos e um gancho para pendurar ajudam muito na organização da mala e também durante a viagem. Quando chegamos no destino, basta pendurar a nécessaire no banheiro e temos sempre todos os produtos à disposição!
Almofada inflável– deixam qualquer trajeto longo mais confortável e cabem em qualquer espaço na mala ou bolsa quando não estão em uso.
Tapa-olhos– outro item que ajuda muito a dormir melhor nas viagens e em hostels. Dá para escolher vários modelos, veja alguns aqui.
Porta-passaporte– Além de proteger o documento mais importante, também ajuda a manter outros documentos organizados. Existem muitas opções: desde modelos básicos até estampados, com vários compartimentos, mais simples… Escolha o que mais combine com a personalidade do seu viajante favorito!
Presentes diferentes para viajantes
Agora, se você procura um presente para viajante que fuja do básico, também tenho algumas sugestões:
Livro para colorir – enquanto o viajante está em casa, ele pode continuar viajando e relaxando com algum livro para colorir. Que tal este que é uma viagem para a Índia? Não se esqueça dos lápis de cor!
Quebra-cabeças – outra maneira de viajar e se distrair sem sair de casa. Dá para escolher paisagens do mundo todo e até mesmo mapas, como estes aqui.
Mapa-mundi – uma ótima maneira de decorar a casa e sempre relembrar das aventuras pelo mundo. Veja aqui diversos modelos diferentes!
Teste DNA – um presente inusitado para o viajante descobrir mais sobre seus antepassados e se inspirar para as próximas viagens! Já pensou em visitar todos os países que aparecem no resultado?
Presentes para viajantes sofisticados
Se você puder (e quiser) investir um pouco mais, aqui alguns presentes para o viajante sofisticado:
Mochila – uma boa mochila vira a melhor companheira que um viajante pode ter! Eu uso este modelo da Herschel, mas a Samsonite também tem várias mochilas incríveis!
Kindle – este vai ser usado tanto em viagens quanto em casa! Eu não vivo sem o meu e levo sempre comigo nas viagens: é leve e ajuda a passar o tempo nos aeroportos e aviões! Aproveite e compre também o Kindle Unlimited, que dá acesso a mais de um milhão de livros e ainda tem 30 dias grátis.
GoPro– Com certeza a melhor action cam do mercado, é perfeita para todos os tipos de viagem, além de ser super leve e pequena, cabe até mesmo no bolso! Se quiser deixar o presente mais especial, compre também um selfie stick e o Dome, que permite tirar fotos incríveis embaixo da água.
Mala de mão – esta lista não estaria completa sem este item! Uma boa mala de cabine faz toda a diferença nas viagens. A Samsonite tem diversos modelos de mala de mão com preços para todos os bolsos, além de ser uma marca com produtos que duram anos e anos.
Ainda estamos numa pandemia, mas, por enquanto, quase sem nenhuma restrição. E isso se vê nas ruas de Lisboa: gravei o vídeo numa segunda e estava tudo lotado! O Chiado costuma ser o local mais concorrido, já que reúne muitas lojas e muitas decorações Natalinas.
Fernando Pessoa no café A Brasileira
Praça Luís de Camões
A Praça Luís de Camões este ano conta com um globo luminoso, enquanto a rua Garret ganhou centenas de água-vivas /alforrecas. Não entendi o motivo desta decoração marinha, mas ficou bonito!
Rua do Carmo
Armazéns do Chiado
Os Armazéns do Chiado, como sempre, tem a fachada toda decorada. Durante a noite, acontece um pequeno espetáculo onde as luzes piscam ao som de músicas natalinas.
Luzes de Natal em Lisboa
É na Praça do Comércio que fica a maior árvore de Natal de Lisboa. Todo ano o Terreiro do Paço fica ainda mais lindo, mas em 2021 está realmente especial. A Árvore, com 30 metros de altura, foi toda construída com luzes em tons dourado. Simples, elegante e incrível! É a árvore de Natal mais bonita que já vi por ali! Como nos outros anos, é possível caminhar por dentro dela e tirar muitas fotos num dos maiores cartões postais de Portugal!
Árvore de Natal na Praça do Comércio
As ruas da Baixa, como é costume, também ganham decorações diferentes. Cada uma das ruas que saem da Praça do Comércio tem luzes diversas. A Rua Augusta é sempre a mais caprichada! Este ano, conta com painéis luminosos que vão mudando e trazem mensagens como “Feliz 2022” e “Lisboa”.
Arco da Rua Augusta
Rua Augusta
Rua da Prata
Rua dos Fanqueiros
Rua Áurea
A Câmara Municipal de Lisboa, na Praça do Município, também está toda decorada e tem até uma árvore de natal dentro!
Este ano, o mercadinho de Natal voltou ao Rossio! O Rossio Christmas Market fica na Praça Dom Pedro V e conta com diversas casinhas natalinas onde é possível tomar vinho quente, provar comidas e doces típicos, além de comprar presentes e artesanatos.
Mercado de Natal no Rossio
A novidade fica por conta do comboio de Natal que percorre as ruas da Baixa. Este passeio é gratuito, basta pegar o ingresso em alguma loja da região. O mercado de Natal no Rossio fica aberto até o dia 19 de dezembro, entre às 10h e 21h30 (Domingo à quinta-feira e feriados) e entre 10h e 22h30 (sextas, sábados e vésperas de feriados).
Teatro Nacional D. Maria II, no Rossio
O Wonderland Lisboa também vai voltar: abre dia 1 de dezembro no Parque Eduardo VII. Quando estiver funcionando, vou lá para fazer vídeo para vocês! ;)
A decoração de Natal em Lisboa deve ficar acesa até dia 6 de janeiro. As luzes acendem às 17h30 e apagam à maia noite (de domingo à quinta-feira) ou à 1h da manhã (sextas e sábados).
Ao todo, são 50 pontos de Lisboa que receberam decorações de Natal, como foco mais no centro. Para ver a lista completa com todos os locais decorados de Lisboa, clique aqui. Foram usadas mais de 2,1 milhões de lâmpadas LED, resultando em mais de 210 quilómetros de luzes!
Depois do sucesso do ano passado (clique aqui para ler sobre Magical Garden Belém), o espetáculo de luzes volta a acontecer! O local é o mesmo: Jardim Botânico Tropical, em Belém, Lisboa. E não poderia deixar de ser: passear por esse jardim à noite já é uma experiência mágica por si só. E com o Magical Garden, fica ainda mais incrível!
A produção novamente é d’O Cubo, que faz diversos projetos de video mapping aqui em Portugal. Nesta edição, o tema é Alice in Magical Garden, inspirado nos livros de Lewis Carroll: “Alice no País das Maravilhas” e “Alice do Outro Lado do Espelho”.
No passeio noturno pelo jardim, passamos por diversas cenas dos livros (e filmes!) e a junção do jardim à noite com as esculturas luminosas deixa a experiência mágica. Dá para realmente se sentir entrando na toca do coelho! rs
Durante o percurso de aproximadamente 1km, passamos por 24 experiências. Esculturas luminosas, light design, experiências multimídia, interatividade e realidade aumentada formam cada uma das estações, todas únicas e super diferentes! Em cada uma delas, uma placa (em português e inglês) traz a passagem do livro referente àquele cenário.
A área de street food
Uma passagem secreta te leva até bem pertinho da Lagarta!
Este ano, a novidade fica por conta de um aplicativo de realidade aumentada. Basta apontar o celular para o jardim e interagir com o cenário. Mas bem, no meu celular não funcionou… Outra novidade é que no meio do percurso agora tem uma pequena área com street food, para quem quiser comer ou beber algo durante a visita.
Eu fiz todo o percurso em aproximadamente duas horas, porque parava a cada passo para tirar muitas fotos. Sempre adorei Alice (tanto o filme quanto os livros) e a Rainha de Copas é meu personagem favorito, então quis aproveitar muito a experiência!
É bem interessante ver que eles usam todos os espaços do jardim à favor do evento. Tem escultura de luz envolvendo um prédio, animais no meio da “floresta”, plantas aquáticas no lago e até o chá do Chapeleiro maluco com um belo espelho d’água!
Minha parte favorita foi o video mapping inspirado na Rainha de Copas e também o jogo de xadrez gigante.
Xadrez gigante
Video mapping da Rainha de Copas
Os soldados da rainha pintando as rosas no jardim!
Magical Garden: Bilhetes
O Alice in Magical Garden fica em cartaz no Jardim Botânico Tropical em Lisboa até dia 17 de abril de 2022. Depois, é bem capaz de ir para o Jardim Botânico do Porto, como aconteceu com o evento anterior. O evento funciona de terça à domingo, entre às 18h e 23h. Os bilhetes custam a partir de 10€ e podem ser comprados online.
O museu do vinho rosé é o sétimo museu do Wow Porto, espaço em Vila Nova de Gaia todo dedicado ao vinho. Veja mais sobre o local e os outros museus aqui: Wow Porto – World of Wine.
Chamado de “Pink Palace” pode ser considerado o museu mais divertido de todos, já que é todo pink e cheio de cenários super instagramáveis!
Ao longo das 11 salas, vamos aprendendo sobre a história e como é feito o vinho rosé, enquanto nos divertimos e tiramos muitas fotografias! Ah, e provamos vários tipos de rosé, claro! Na entrada, recebemos um copo e uma pulseira com 5 pins. Cada um desses pins pode ser trocado por uma degustação de vinho ao longo da visita.
O copo com os pins para serem trocados por degustações
Museu do vinho Rosé: Pink Palace
A visita começa com um vídeo que conta um pouco sobre a história do vinho rosé. Na sala seguinte, descobrimos um pouco mais sobre o processo de produção e já começamos a beber! rs
A área dedicada à Provence
Passamos por Provence, região na França onde surgiu o rosé, e claro que provamos um dos vinhos locais. Em seguida descobrimos mais sobre o Mateus Rosé, talvez o vinho deste tipo mais famoso do mundo.
Em seguida chegamos no ponto alto do Pink Palace: uma piscina de bolinhas pink! Com várias bóias e adereços, é o local perfeito para tirar muuuuitas fotos! Confesso que eu queria morar ali… kkkk
As próximas salas tem vários espaços para fotografar: garrafa gigante, cenário de ponta cabeça, banheiras com o Porto ao fundo… Adorei a gangorra em formato da ponte D. Luís!
A sala dedicada ao Blush Wine (vinho rosé produzido na Califórnia, EUA) também ganhou meu coração. Impossível não amar esse Cadillac rosa! rs A visita termina num autêntico saloon, onde provamos um vinho do Porto rosé.
Pink Palace Wow: Preços
Os bilhetes podem ser comprados online através do site do Wow e custam a partir de 25€, incluindo a degustação de 5 vinhos rosé. Existem bilhetes conjuntos com os outros museus do Wow e bilhetes para família.
Quando visitei o Pink Palace, não tinha quase ninguém, então consegui aproveitar bem todo o museu e tirar todas as fotos sem ninguém atrás. Inclusive, se você visitar o espaço sozinha, pode pedir para os funcionários tirarem suas fotos. Eles me ajudaram muito e fizeram ótimos cliques!
A minha visita durou aproximadamente 1h30, já que eu realmente fiz muitas fotos e quis beber com calma todos os vinhos! rs
Realizei um sonho: voar de balão em Portugal! E não foi qualquer balão, foi o maior balão do mundo, com 40 metros de altura e capacidade para 34 pessoas!
Tive a oportunidade de participar do Festival Internacional de balonismo em Coruche, Portugal. O evento reúne equipes de balonismo do mundo todo que durante dias voam pelos céus portugueses.
Acordei às 5h para chegar em Coruche às 7h, já que o vôo estava previsto para às 7h30. Mas bem, voar de balão é sempre uma surpresa: chegamos em Coruche com uma neblina super forte e logo ficamos sabendo que a decolagem iria atrasar…
Maior balão do mundo no chão
O maior balão do mundo sendo inflado
O cesto que leva 34 pessoas!
O maior balão do mundo (ao centro)
À princípio iríamos voar às 9h, mas acabamos decolando apenas às 11h. E olha, nem posso reclamar, muito pelo contrário: me diverti muito enquanto esperava! Pude observar em detalhes como eles tiram os balões das carrinhas, estendem no chão e enchem. Fiquei impressionada de como o balão enche rápido!
o balão estendido no chão antes de ser inflado
Os balões são enchidos com esses ventiladores gigantes!
O fogo também ajuda a enchê-los!
A neblina que mal deixava a gente ver os balões…
Com alguns balões cheios, pude me divertir tirando muuuuitas fotos! Mesmo com a neblina cada vez pior, deu para fazer cliques incríveis! Além das fotos, é bem legal observar os balões: tinha um de caravela e outro de moto!!!
O tempo melhorou um pouco e alguns balões começaram a fazer o vôo estático (ou batismo): quando o balão sobe apenas alguns metros e continua preso no chão. Para não perder a viagem, resolvi fazer esse teste. É bem rapidinho: você entra no balão, ele sobe e logo desce. Mas serve para dar um gostinho de voar e deve ser uma ótima opção para quem tem medo perder o medo!
Vôo estático ou de batismo: com o balão preso no chão
a paisagem durante o vôo de batismo
Depois de mais de 3h esperando, finalmente o tempo começou a abrir e pudemos voar. Entramos no balão e logo estávamos entre as nuvens, vendo os outros balões decolando e aos poucos colorindo o céu!
Pronta para voar!
Decolando!
Festival de balão visto de dentro do balão já no ar!
É difícil descrever a sensação de voar de balão, mas posso afirmar que foi uma experiência mágica. Acredito que voar de balão seja sempre incrível, mas voar durante um festival, rodeada de outros balões, deixou tudo mais especial ainda. Olhar para o céu e ver vários balões em volta, subir, descer, ficar perto deles, depois longe… é realmente mágico! Parecia que eu estava dentro de um conto de fadas!
Quanto ao medo, não vou mentir: quando o balão estava mais alto (no meu vôo não deve ter passado de 500 metros de altura), eu senti um pouco de medo sim. Mas, o vôo é tão tranquilo e calmo, a paisagem é tão bonita, que logo eu esquecia do medo. A paz que se sente lá em cima é incrível: você houve um grande silêncio interrompido apenas pelo fogo do balão. É realmente uma experiência única!
O meu vôo durou aproximadamente 50 minutos e pousamos num milharal, onde os carros estavam nos esperando. O pouso foi tranquilo, com alguns pequenos trancos, mas nada demais. O mais difícil mesmo foi andar pelo milharal até chegar no carro… rs
Mesmo que os balões não voem ou você não queria voar de balão, vale a pena participar do festival de balão para admirar a paisagem colorida! Além disso, os festivais costumam ter outras atrações como Dj’s, shows, caminhadas, BTT (bicicleta), gastronomia… O night glow era um espetáculo que gostaria muito de ver: os balões todos acesos à noite, com música. Deve ser lindo! Ah, e essas atividades costumam ser gratuitas!
Quanto aos vôos de balão, o preço varia conforme o festival: alguns são de graça, outros com preços simbólicos. Em todos eles, é necessário reservar com antecedência e ser rápido, já que as vagas costumam esgotar logo. Cada festival funciona de uma maneira diferente e as datas podem variar, então é importante ficar sempre de olho nos canais de comunicação de cada um deles para não perder a oportunidade!
Vôo de Balão: preços e empresas
Durante todo o ano é possível voar de balão em Portugal (sempre dependendo da meteorologia, claro). Aqui algumas empresas:
Wind Passenger: voa em quase todo Portugal, sendo a única empresa que vi que tem vôos no Porto e Aveiro. Eles que tem o maior balão do mundo (o que eu voei!).
Fábrica da Alegria: vôo de balão de Coruche, Alentejo, Algarve e Bragança.
Como existem muitas opções, mesmo que você não viaje especificamente para as cidades ode onde saem os balões, você pode tentar fazer um bate-volta. Por exemplo, eu saí de Lisboa cedo para voar em Coruche e voltei no mesmo dia para casa. Também dá pra ir e voltar de Lisboa para alguns pontos do Alentejo no mesmo dia.
O preço do vôo de balão varia conforme a empresa, tipo de vôo (exclusivo ou com mais gente), etc. No site de cada uma das empresas tem os preços específicos, mas um vôo de balão não sair por menos de 120€ por pessoa. Não é barato, mas vale cada centavo! E como disse acima, vale a pena ficar de olho nos festivais que tem sempre boas oportunidades!
A renda de bilros é produzida através do cruzamento dos fios, com a ajuda de alfinetes e dos bilros (pequenos bastões de madeira). O resultado é uma renda super delicada e única! É uma arte secular, feita em diversos lugares do mundo (já mostrei aqui o museu da renda de Bruges, na Bélgica) e que demanda muuuito tempo e atenção das rendilheiras (as mulheres que fazem a renda).
Pontos feitos em Peniche
Em Peniche, a história da renda de bilros tem mais de 400 anos e ela é considerada o ex-libris do artesanato Penichense. Tradicionalmente uma vila de pescadores, durante muitos anos, enquanto os homens iam para o mar, as mulheres ficavam em casa e muitas delas se dedicavam à renda. Em momentos onde a pesca era escassa, grande parte da renda dessas famílias acabava vindo da produção da renda de bilros, fazendo com que as mulheres também fossem “provedoras” da família.
Renda de bilros pelo mundo…
…incluindo o Brasil!
Sala principal do museu
Como em todo lugar em que é feita, a renda de bilros é passada através de gerações. Em Peniche, as meninas começavam a aprender esta arte com apenas 4 anos de idade! Os diversos pontos e técnicas são passados de mãe para filhas, sem nenhum tipo de apoio técnico (como livros, por exemplo). Isso pode se tornar um perigo para esta arte, já que a cada geração diminuem o número de rendilheiras e muitos dos pontos podem ser perder ao longo dos anos.
Livro com desenhos dos pontos da renda de bilros
Para manter essa tradição viva, Peniche tem uma escola municipal de Renda de Bilros. Ali é possível fazer cursos totalmente gratuitos e aprender ou aperfeiçoar esta técnica secular.
Museu da Renda de Bilros de Peniche
Com tanta história, natural que Peniche tenha um museu todo dedicado à renda de bilros. A entrada é gratuita e o espaço é pequeno, mas dá para aprender bastante sobre a história e importância dessa arte tão tradicional na região.
Em uma das salas, assistimos à um vídeo contando um pouco mais da história. Na outra sala, é possível ver uma pequena exposição que mostra o passo-a-passo de como a renda de bilros é feita. Ali estão expostos todos os materiais necessários para fazer a renda e também alguns pontos usados em Peniche e no resto do mundo.
Nessa mesma sala também estão à mostra diversas peças de roupas, calçados e acessórios com renda de bilros. Essa é uma maneira de trazer a renda para o momento atual, modernizando esta arte e evitando que ela caia no esquecimento.
No museu também estão expostos vários livros com os pontos e desenhos da renda de bilros, uma ótima maneira de não deixar essa tradição se perder!
Renda de Peniche
Todos os anos, em julho, Peniche comemora o Dia da Rendilheira. Tive a sorte de estar lá neste fim de semana, mas por conta da pandemia, não houve eventos físicos. Para não deixar a data passar em branco, foram feitas outras ações como desfiles online de joias marinhas e biquinis feitos com renda.
Biquini Menina da Ilha & Renda de Bilros
Joias marinhas com renda de bilros by projeto 2A
Nas vitrines da cidade, era possível ver diversas peças feitas com renda de bilros. Era bem divertido passear pelas ruas e procurar pelas roupas expostas!
Numa das praças de Peniche, também é possível ver o monumento à rendilheira, uma estátua de uma mulher fazendo a renda. A cidade é tão ligada à renda que tem até confeitaria inspirada neste artesanato. O biscoito tem desenhos que lembram a renda tradicional e podem ser comprados na pastelaria Calé, bem no centro da cidade.
Até os bancos de Peniche tem renda!
Biscoito inspirado na renda de bilros da Confeitaria Calé
Pode-se dizer que este espaço foi uma projeto paralelo ao Convento de Mafra. Foi criada em 1747 pelo rei D. João V para ser um espaço de lazer e caça da família real, além de fornecer lenha e outros produtos para o convento. Até hoje, é possível ver o Pavilhão de Caça do Rei D. Carlos, espaço onde a família real descansava após suas caçadas pela propriedade.
O local onde a família real descansava após as caçadas
A Tapada de Mafra é enorme: são mais de 800 hectares de floresta, cercados por um muro de 21km de extensão.
Chamada de floresta encantada, o espaço abriga diversos animais: gamos (um veado menor), veados, javalis estão entre os mais famosos moradores da Tapada. Todos os animais vivem soltos e podem ser avistados enquanto passeamos pelo local.
Tapada de Mafra
Você pode percorrer a Tapada Nacional de Mafra de diversas maneiras. A pé, são 4 percursos disponíveis entre 4 e 8km. De bicicleta (você pode levar a sua ou alugar uma lá) você pode fazer dois trajetos de 8km e 14km.
Carro elétrico que te leva para visitar a floresta
Comboio / trenzinho na Tapada de Mafra
Se você é preguiçosa como eu, pode conhecer a Tapada de Mafra através de passeios de carro elétrico, charrete ou comboio / trenzinho. Qualquer que seja sua opção, você poderá ter como apoio o áudio guia que vai te explicando tudo sobre o local.
Além dos percursos, é possível passar por uma experiência de apicultura (para descobrir mais sobre as abelhas) e falcoaria (para ver aves de caça, como gaviões e corujas, em ação).
Uma das construções usadas pela família real durante as caçadas
O ponto mais alto da Tapada
Eu tive a oportunidade de percorrer a floresta encantada de carro elétrico, num passeio particular. Por conta disso, consegui ir até o ponto mais alto, onde só é possível chegar nos percursos a pé. É uma delícia passear entre a natureza e ir vendo os bichinhos em seu habitat natural. Tivemos até a visita de um javali bebê, coisa mais fofa!!!
Conseguem achar o gamo?
Javali na floresta encantada
Foto: Tapada de Mafra (apesar de ter visto muitos gamos, não consegui fazer nenhuma foto boa deles!)
Javali bebê!
Tapada de Mafra: Bilhetes
A Tapada de Nacional Mafra fica bem pertinho de Lisboa: aproximadamente 40 minutos de carro. Não é possível visitar o espaço sem pagar bilehte, que custa a partir de 4€, dependendo do tipo de visita escolhida. Existem vários tipos de bilhetes e experiências: apenas percursos a pé, apicultura, demonstração de voo livre, aluguel de bicicleta, passei ode comboio, charrete ou carro elétrico. Os preços variam conforme o programa escolhido. É ideal reservar com antecedência e você pode ver todos os detalhes no site do espaço. Para uma experiência ainda mais imersiva, você também pode dormir na Tapada de Mafra.
Experiência de apicultura
Espaço para piqueniques
Se quiser passar o dia por ali, aconselho que leve um piquenique. O espaço conta com algumas vending machines que tem snacks e alguns sanduíches, mas nada de especial. Logo na entrada, tem uma área para piqueniques onde você poderá almoçar com tranquilidade.
Eu adorei passear pela Tapada Nacional de Mafra, não imaginava que existia um espaço tão entandor tão perto de Lisboa! Ver os bichinhos soltos foi incrível e já quero voltar mais vezes para ver a floresta em outras épocas do ano. Com as cores de outono, deve ficar ainda mais lindo!!
Hoje sugiro para vocês uma viagem de 7 dias num roteiro na Costa de Prata, em Portugal.
A Costa de Prata é a Costa Oeste de Portugal, no centro do país. É uma região famosa pelas suas belas praias com ótimas ondas e por isso é muito procurada por surfistas. Mesmo que você não surfe, a região é linda e vale a pena ser visitada. Mas já aviso que o clima por ali costuma ser bem instável. Mesmo durante o verão, dias nublados são comuns. O vento também está sempre presente e os dias de calor extremo são raros. Mas não precia se preocupar: mesmo que o dia não esteja bom para praia, tem sempre muito o que ver e visitar na Costa de Prata!
Passei 3 semanas em julho viajando pela região, mas já estive por ali em outras ocasiões. Aqui está minha sugestão de roteiro de 1 semana na Costa de Prata:
Figueira da Foz (1 dia) – começamos a viagem em Figueira da Foz, perto de Coimbra, bem no centro de Portugal. Aqui você vai achar praias enormes e uma cidade super calma para passear. Veja aqui o que visitar em Figueira da Foz.
Foz do Arelho (1 dia) – Descemos em direção à Foz do Arelho, que além das praias, tem também a Lagoa, uma ótima opção para dias de muito vento. Clique aqui para ver dicas de um fim de semana em Foz do Arelho.
Óbidos (1 dia) – Saímos da costa para visitar esta vila medieval encantadora e curtir o outro lado da Lagoa de Óbidos. Veja aqui mais sobre a Vila Medieval e Lagoa de Óbidos.
Você pode fazer este roteiro começando por Figueira da Foz ou Ericeira, é indiferente. O ideal é fazer a viagem de carro, já que assim você tem mais liberdade para visitar as praias mais desconhecidas e outros pontos de interesse que não tem fácil acesso de transprote público. É possível ir para estes destinos de comboio (trem) ou autocarro (ônibus), mas você ficará um pouco mais limitado nas opções.
Por do sol em Ericeira
E claro que você pode extender esse roteiro e até mesmo transformá-lo em várias viagens, já que tem sempre o que ver e explorar!
Costa de Prata: O que visitar
Por toda a região, não faltam atrações e vilas fofas para visitar. Aqui algumas sugestões:
No caminho entre Figueira da Foz e Foz do Arelho, você pode parar em Nazaré (onde tem as super ondas), e/ou Batalha, para visitar o mosteiro da Batalha. Você pode também passar uns dias fazendo glamping em Portugal na Quinta Japonesa.
Durante o mês de julho, passei 3 semanas viajando pela Costa Oeste de Portugal. Foi uma viagem não planejada: saí de Lisboa achando que passaria apenas um fim de semana, no máximo 5 dias fora, e acabei passando 3 semanas na estrada!
Foi nessa viagem que percebi, mais do que nunca, a importância de sempre fazer uma mala versátil! Mesmo passando muito mais tempo viajando, deu tudo certo. Não passei frio nem calor, consegui variar bastante os looks e fazer ótimas fotos!
Começamos pelos básicos numa viagem de verão: biquinis! Levei 3 biquinis para usar na praia (comprei mais uma parte de baixo durante a viagem!) e um maiô, que costumo usar para tirar fotos e usei bastante na jacuzzi do hotel em Foz do Arelho.
Seguimos com outros básicos de uma mala de verão: shorts jeans, t-shirt branca, t-shirt das vilãs da Disney, regata de onça, regata bege, blusa vermelha…
Levei uma saia midi jeans com fenda e uma saia florida longa. Usei muito essa saia à noite, já que por ela ser longa, acaba sendo um pouco mais quente.
Levei vários vestidos para poder variar nas fotos: midi preto com fenda, longo florido, rosa plissado… Durante a viagem, comprei um vestido branco longo. Não foi por necessidade, mas sim porque foi um belo achado: estava em promoção numa loja de chinês e eu realmente amei o modelo. Foi muito usado nessa viagem e vai ser muito usado nas próximas viagens tb! rs
Apesar de ser uma viagem no verão, sempre levo roupas mais quentinhas. E ainda bem que fiz isso! O clima na Costa Oeste é super instável e acabei pegando vários dias nublados e com vento gelado. Levei uma calça preta, a malha do Mickey e a jaqueta jeans.
De sapato, levei Havaianas, alpargatas jeans (combinam com tudo e são super confortáveis), tênis branco que sempre viaja comigo (até preciso comprar um novo!) e uma sandália rasteira que usei à noite para jantar alguns dias.
De acessório, levei 2 óculos escuros e 2 chapéus. Como bolsa, usei a minha mochila rosa durante toda a viagem.
O que levar na mala para verão em Portugal
Aqui a lista de tudo que levei na mala para uma viagem de verão por Portugal:
3 t-shirts / blusas de manga curta
2 regatas
1 shorts jeans
2 saias
3 vestidos (+1 que comprei na viagem)
3 biquinis e 1 maiô
1 calça
1 malha
1 jaqueta jeans
4 sapatos (chinelo, tênis, alpargatas e rasteirinha)
2 chapéus
2 óculos escuros
Tudo que levei na mala de verão para verão em Portugal!
Tudo isso coube na minha mala de mão. Como viajei de carro, até poderia ter levado uma mala maior… mas já estou acostumada a viajar apenas com a mala de mão, acho muito mais fácil e prático!
Mesmo tendo feito a mala sem muito planejamento e passado muito mais tempo viajando do que o previsto, deu tudo certo! A única coisa que senti falta foi mais uma blusa de frio, já que acabei pegando noites bem frescas e usei a malha do Mickey quase todos os dias! O Mickey tava até triste já… Fora isso, não senti falta de nada!
Chaves é uma cidade no norte de Portugal, quase na fronteira com a Espanha. Fica na região de Trás-os-Montes e tem grande influência romana. Na época da ocupação romana, a cidade foi batizada pelo imperador Flávio Vespasiano como “Aquae Flaviae”, numa clara alusão às nascentes de águas termais presentes por ali.
Autalmente, esta é uma cidade internacional: a Eurocidade Chaves-Verín é um projeto que liga estas duas cidades (Chaves em Portugal e Verín na Espanha) para unir forças e promover as duas regiões.
O que visitar em Chaves
Chaves é uma cidade super charmosa que ainda conserva muito da sua arquitetura medieval. Aqui as principais atrações e o que visitar em Chaves:
Ponte Romana de Trajano – passa por cima do Rio Tâmega e é o grande cartão postal de Chaves. Foi construída no tempo do Imperador Trajano, no fim do século I e começo do século II d.C.
Termas Romanas – a cidade ainda tem as ruínas das termas udads nos tempos da coupação romana. Quando fui, elas estavam em reforma e não consegui visitar…
Fonte do Povo (Termas de Chaves) – essa fonte faz parte da Rota Termal e da Água entre Vidago e Verín (na Espanha) e é a única nascente da rota que tem água quente. Dá para experimentar a água de maneira grátis na bica que fica na praça. Se quiser, pode ainda fazer alguns tratamentos disponíveis no Spa de Chaves, mas esses são pagos e devem ser agendados com antecedência.
Azulejos temáticos na fonte de Chaves
Fonte do Povo em Chaves
Centro Histórico de Chaves – ainda conserva muitas das casas do período medieval, com ruas estreitas e charmosas.
Praça de Camões – é a praça principal da cidade, que tem prédios fofos como a câmara Municipal e o Posto de Turismo.
A parte medieval de Chaves
Casinhas coloridas na Praça de Camões
Paço dos Duques de Bragança
Museu da Região Flaviense
Câmara Municipal de Chaves
Pelourinho de Chaves
Museu da Região Flaviense – fica no Paço dos Duques de Bragança, palacete construído em 1410. Tem entrada gratuita e é ali que fica também o Posto de Turismo de Chaves. No posto de turismo, além de pegar informações sobre as atrações da região, você também pode pegar o passaporte da N2 e/ou o kit para fazer a Rota Termal e da Água.
Igrejas – Chaves tem várias igrejas que podem ser visitadas. Destaco algumas aqui: Igreja Matriz de Santa Maria Maior, Igreja da Misericórdia, Igreja de São João de Deus.
Órgão na Igreja Matriz de Chaves
Igreja de São João de Deus
Igreja da Misericórdia
Castelo de Chaves – na parte alta de Chaves, do castelo memso só restou a Torre de Menagem. Oferece uma vista panorâmica da região em um jardim com alguns dos canhões usados para defender a cidade antigamente.
Pastel de Chaves – a comida típica da região é um apstel de massa folahda recheado com carne picada e pode ser encontrado em qualquer bar/café/restaurante. Não saia da cidade sem provar (pelo menos) um!
Estrada Nacional 2 – É em Chaves que começa a N2, talvez a estrada mais famosa de Portugal. Começando no extremo Norte do país e terminando no extremo sul (Faro, no Algarve), esta estrada passa por várias vilas e cidades históricas e é uma ótima viagem para ser feita de carro, moto ou até mesmo caravana!
Chaves é uma graça e é bem gostoso passear pela cidade. Como é pequena, dá para fazer tudo a pé e em apenas um dia!
Durante o mês de julho, fiz uma road trip pela Costa Oeste de Portugal. Saí de casa achando que ficaria apenas um fim de semana fora, mas emendei uma viagem na outra e acabei passando mais de 3 semana na estrada, sempre com a mesma mala!
Minha viagem começou com um fim de semana em Foz do Arelho. No primeiro dia, usei o vestido preto midi para dar uma volta na região e o maiô na jacuzzi do hotel. No domingo, usei o vestido florido por cima do biquini, já que passamos o dia na praia e depois na jacuzzi.
Foz do Arelho
Lagoa de Óbidos
A segunda parada da viagem foi a Quinta Japonesa, glamping próximo à Caldas da Rainha. Passei a semana inteira por lá, só trabalhando, sem fazer nenhum passeio. Assim, os looks de viagem foram bem relax: calça e malha nos dias mais frios, shorts jeans e camiseta nos dias mais quentes. Só coloquei o vestido florido para fazer umas fotos por lá!
Seguimos para Peniche, onde demos sorte no primeiro dia e pegamos sol e calor e aproveitamos para conhecer as praias de Peniche! Aí usei meu vestido pink longo.
Dia seguinte já estava nublado e friozinho, então para passear pela cidade e descobrir o que visitar em Peniche usei meu vestido branco, jaqueta jeans e havaianas. Esse vestido branco foi um belo achado numa loja de chinês que estava em saldos! Adorei o modelo, fica lindo nas fotos e vai ser muito usado nas próximas viagens também!
Dia seguinte continuou nublado e ainda mais frio, então estava com minha saia jeans de fenda, tênis branco, blusa vermelha e jaqueta jeans.
Para explorar algumas aldeias próximas à Peniche, fui de saia longa, tênis e t-shirt brancos. Paramos na estrada para tirar fotos de um moinho e troquei de roupa no carro: usei o vestido branco e o chapéu amarelo da Susana do Viaje Comigo, que combinou perfeitamente com o cenário!
Dia de pegar estrada de Peniche para Ericeira e como era uma viagem rápida, fui com meu vestido longo florido. A viagem terminou em Ericeira, já bem próximo à Lisboa. O clima continuou instável: alguns dias de calor e outros de frio.
Meu primeiro dia em Ericeira amanheceu frio e nublado, e fomos à descoberta do que fazer em Ericeira. Estava com saia jeans, regata de onça e tênis. À tarde saiu o sol e consegui até pegar praia! Aproveitei para ver o por do sol da praia e aí já tive que vestir praticamente todas as roupas da mala, já que esfriou de novo! rs
Para passear na Tapada de Mafra, fui com meu vestido branco que deu um ótimo contrate com o verde do local. No mesmo dia, seguimos para praia onde, obviamente, usei biquini e meu chapéu com nome DIY.
O dia seguinte nos brindou com sol e calor, então passamos o dia explorando as praias de Ericeira. Usei o look mais básico possível (shorts jeans e t-shirt branca), já que passaria o dia de biquini mesmo!
No dia que fomos explorar algumas aldeias de Mafra, usei novamente meu vestido branco.
No último dia de viagem, look repetido: saia jeans, regata de onça e havaianas.
Na maioria das noites, saía de calça e malha ou com a saia longa florida e jaqueta jeans, já que ficava bem frio. Teve até dias que usei a jaqueta jeans por cima da malha, de tão frio que estava. Ainda assim, isso foi suficiente para me manter aquecida!
Durante toda a viagem, usei minha mochila rosa como bolsa: combinava com todos os looks e cabia tudo o que precisava carregar.
Que roupa usar no verão em Portugal?
Apesar de ser verão, é importante sempre levar algumas roupas mais quentinhas, já que à noite costuma ficar frio. A costa oeste é famosa por seu microclima e seu tempo instável, então mesmo no verão, peguei vários dias com tempo nublado e frio. Assim, importante incluir peças mais quentes nas roupas para verão em Portugal.
Ainda farei um post mostrando tudo o que levei nessa mala e mostrando a importância de criar uma mala versátil!