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Guia de viagem Ilha do Sal: tudo o que você precisa saber antes de ir!

Se você está planejando sua primeira viagem para a Ilha do Sal, em Cabo Verde, e quer saber como se preparar, o que levar, quais documentos são obrigatórios, se precisa de visto, como se locomover por lá e (claro!) se é seguro viajar sozinha… Vem que eu te ajudo! Reuni todas as informações práticas da Ilha do Sal num só lugar — com dicas testadas na prática!

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Onde fica a Ilha do Sal?

Ilha do Sal faz parte do arquipélago de Cabo Verde, na costa da África Ocidental. É uma das ilhas mais turísticas do país, famosa pelas praias de areia branca, mar azul cristalino e aquele clima ideal pra quem quer relaxar. Neste guia de viagem Ilha do Sal, vou te dar todas as dicas para você aproveitar este paraíso!

Como chegar à Ilha do Sal

A ilha tem um aeroporto internacional (SID), com voos diretos de Lisboa (TAP e easyJet) e de outras capitais europeias. Se você está no Brasil, a opção mais comum é fazer conexão em Lisboa.

🔗 Compare passagens para a Ilha do Sal

Documentos e visto para Cabo Verde

Precisa de visto para Ilha do Sal?

Brasileiros e portugueses não precisam de visto para turismo por até 30 dias. Mas é preciso pagar a Taxa de Segurança Aeroportuária (TSA).

Dica importante: pague a TSA antes da viagem, pelo site oficial ease.gov.cv, para evitar filas gigantes no aeroporto (experiência própria!). Quando viajei, o site só dava erro e tive que pagar ao desembarcar… Acabei ficando 2 horas na fila por conta disso!

Chegando lá, você pode pagar a taxa com cartão, euros ou escudos. Mas atenção: se for pagar em dinheiro, tem que ter o valor completo em uma única moeda. Não pode pagar parte em escudos parte em euros…

Documentos obrigatórios para entrar em Cabo Verde:

  • Passaporte com validade mínima de 6 meses
  • Comprovante de pagamento da TSA (ou dinheiro para pagar na chegada)
  • Seguro de viagem (não é obrigatório, mas super recomendado!)

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Qual é a moeda de Cabo Verde?

A moeda oficial é o Escudo Cabo-Verdiano (CVE). A cotação gira em torno de 110 a 115 CVE por 1 euro.

Muitos lugares aceitam euro e o troco pode vir em euros, em escudos ou até misturado.

💡Leve euros em espécie e evite usar cartão ou sacar dinheiro: apesar de muitos lugares aceitarem, normalmente cobram uma taxa extra. E cada saque no caixa eletrônico custa 3€.

quanto custa viajar para a ilha do sal
Escudos, a moeda local (pelo menos oficialmente)

Internet e chip de celular

Se você quiser ficar conectada o tempo todo, pode comprar um chip/sim card local. Existem muitas lojas em Santa Maria que vendem. Mas se for usar internet só no hotel ou restaurantes, o Wi-Fi dá conta.

dicas cabo verde

Idioma: dá para se comunicar?

A língua oficial é o português, mas você vai ouvir muito crioulo cabo-verdiano. Eles usam mais para conversar entre eles e por ser uma ilha extremamente turística, a maioria das pessoas fala diversos idiomas além do português: inglês, espanhol, italiano, francês, alemão…

Fuso horário em Cabo Verde

Cabo Verde está no fuso UTC -1. São:

  • 2 horas a menos que Portugal (durante o horário de verão)
  • 3 horas a menos que o Brasil (horário de Brasília)

Tomada e voltagem em Cabo Verde

A voltagem é 220V e as tomadas são do tipo C e F (iguais às de Portugal). Se você estiver vindo do Brasil, vai precisar de adaptador!

Clima e temperatura – Guia de Viagem Ilha do Sal

A Ilha do Sal tem clima tropical árido. Faz calor o ano todo, com temperaturas entre 24ºC e 30ºC. No inverno (dezembro a março), o vento aperta e o mar esfria — leve um corta-vento ou blusa leve!

🔗 Veja o que levar para a Ilha do Sal na mala pequena de verão

Melhor época para visitar a Ilha do Sal

Dá pra curtir o ano todo, mas os meses com menos vento e mar mais quentinho são junho a outubro. Se você curte esportes aquáticos como kitesurf, o período entre dezembro e março é perfeito (e bem ventoso).

Transporte na Ilha do Sal: como se locomover

A ilha é pequena e fácil de explorar. Você pode:

Onde se hospedar na Ilha do Sal

Me hospedei em uma casinha no Porto Antigo Residence, com localização maravilhosa em Santa Maria. Tive a segurança e conforto de um resort mas sem ficar confinada, podendo explorar a vontade!

Mas se você prefere um resort com tudo incluído, os mais procurados são:

O que fazer na Ilha do Sal

Tem passeio pra todos os gostos:

  • Salinas de Pedra de Lume (e banho de sal sem afundar)
  • Buracona e o Olho Azul
  • Shark bay com os filhotes de tubarão nadando entre seus pés
  • Santa Maria e seu píer movimentado
  • Confira o meu roteiro de viagem pela Ilha do Sal com mais dicas de tours e passeios
Powered by GetYourGuide

🔗 Reserve seus passeios pela Ilha do Sal aqui

o que fazer ilha do sal

Gastronomia: onde comer bem

A culinária cabo-verdiana é simples e saborosa. Prove a cachupa, os peixes grelhados e frutos do mar fresquíssimos.

🔗 Veja minha lista de restaurantes na Ilha do Sal

É seguro viajar sozinha para a Ilha do Sal?

Se você está se perguntando “é seguro viajar sozinha para a Ilha do Sal?”, já te adianto: eu viajei sozinha e me senti segura o tempo todo. Mesmo caminhando por ruas menos movimentadas ou fora da zona turística, nunca tive nenhuma situação tensa ou desconfortável.

Claro que, como em qualquer lugar do mundo, é importante tomar cuidados básicos: fique atenta aos seus pertences e prefira circular por áreas movimentadas quando escurece.

E quanto ao assédio? Eles vão brincar, puxar conversa e tentar te vender de tudo — desde excursões até pulseirinhas e frutas. Basta um “não, obrigada” educado. Se insistirem, o truque é simplesmente ignorar e seguir andando. Funciona sempre.

Resumindo: sim, é seguro viajar sozinha para a Ilha do Sal, especialmente se você tem um mínimo de experiência como viajante solo. Leve na mala a sua confiança (e uma pashmina pro vento!), e aproveite!

O que levar na mala para a Ilha do Sal

  • Roupas leves e de verão
  • Roupa de banho e saída de praia
  • Chapéu, óculos escuros e MUITO protetor solar
  • Jaqueta leve para se proteger do vento constante!
  • Tênis e chinelo

🔗 Veja minha mala pequena para o verão na Ilha do Sal

Do aeroporto ao hotel: como chegar

O Aeroporto Internacional Amílcar Cabral (SID) fica a 15 minutos de carro da vila de Santa Maria. Você pode:

  • Contratar um transfer com antecedência neste link
  • Negociar com os táxis na hora (nem sempre vale a pena)

Informações práticas para viajar à Ilha do Sal – resumo rápido

📍 Onde fica? Arquipélago de Cabo Verde, na África Ocidental.
✈️ Como chegar? Voos diretos com a TAP ou easyJet.
📅 Melhor época para visitar: Entre junho e outubro, quando faz mais calor e venta menos.
🕒 Fuso horário: UTC -1 (2h a menos que Portugal durante o horário de verão, 3h a menos que o Brasil).
💰 Moeda: Escudo cabo-verdiano (mas aceitam euros).
📱 Internet: Chips locais e/ou wi-Fi nos hotéis.
📃 Documentos: Passaporte válido + comprovante de pagamento da TSA.
🌡️ Clima: Calor o ano todo, mas com muito vento no inverno.
⚡ Tomadas: Tipo C e F (iguais às de Portugal), voltagem 220V.
🧳 O que levar: Roupas leves, chinelo, jaqueta leve, óculos de sol, protetor solar… confere aqui minha mala completa.
🚗 Transporte: Pode andar a pé, pegar táxis, tours ou alugar carro com esse link aqui.
🛏️ Onde se hospedar: Fiquei no Porto Antigo Residence, mas resorts como o Riu Palace Santa Maria e Meliá Dunas Beach são populares com sistema tudo incluído.
🍽️ Onde comer: Tem post completinho com minhas dicas aqui.

guia de viagem ilha do sal

Pronta pra curtir esse paraíso com tranquilidade? Agora que você já tem o guia de viagem Ilha do Sal, é só arrumar a mala, pegar o passaporte e aproveitar cada segundo nessa ilha maravilhosa de Cabo Verde!


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guia de viagem ilha do sal
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Looks de verão para viagem: o que usei em 7 dias com uma mala pequena!

Se você está procurando ideias de looks de verão para viagem com pouca bagagem, este post mostra todos os meus visuais usados em uma semana em Cabo Verde com apenas um item pessoal. Dá sim pra viajar leve, com estilo e conforto — mesmo no calorão!

Clique aqui para assistir ao vídeo

Viajar com estilo no verão, mesmo com uma bagagem compacta, é totalmente possível! Recentemente, passei uma semana na Ilha do Sal, em Cabo Verde, levando apenas um item pessoal como bagagem. Neste artigo, compartilho meus looks de verão para viagem, ideais para quem busca conforto, praticidade e estilo com pouca bagagem.

Looks para viajar com mochila

Passei 1 semana na Ilha do Sal, em Cabo Verde, com apenas um item pessoal como bagagem. Levei a mala viral da Primark (mas poderia ter sido facilmente uma mochila pequena) e consegui montar produções lindas, confortáveis e práticas para curtir praia, passeios e até jantares.

Se você está planejando sua viagem e quer saber como montar looks para viagem de verão com pouca bagagem, vem comigo! Esse post tem ideias de look de verão para praia, look de verão com mochila pequena e até look de verão para aeroporto.

Looks para viagem de verão: o que usei em cada dia

Estes foram os looks que usei na minha viagem para Ilha do Sal, em Cabo Verde:

2 de abril – Aerolook

Para o voo de dia, fui de calça preta, camiseta, tênis, cashmere e jaqueta jeans. Tudo para economizar espaço na bagagem e não passar frio no avião!
👉 Veja aqui mais sugestões e dicas de looks para aeroporto.

2 de abril – Look de verão para praia

Chegando em Santa Maria, coloquei o shorts jeans, camiseta preta, Havaianas e biquíni por baixo. Look de verão para praia clássico!

3 de abril – Passeio de catamarã

Fui com meu vestido estampado, jaqueta jeans para me proteger do vento, Havaianas, boné e biquíni.

3 de abril – Jantar na praia

À noite, usei o vestido vermelho, tênis e jaqueta. Conforto com um toque arrumadinho!

4 de abril – Passeio de quadriciclo

Tive que usar um macacão para o passeio, mas por baixo estava com shorts e camiseta. Nos pés, tênis.

5 de abril – Batismo de mergulho

Usei a roupa de neoprene com biquíni por baixo. Para ir e voltar, shorts, regata e chinelos (mas nem tenho fotos…).

6 de abril – Tour pela Ilha

Fui de shorts jeans, regata, jaqueta, Havaianas e biquíni por baixo. Levei ecobag com água, toalha e outras coisas úteis durante o dia. O chapéu foi direto pra bolsa por causa do vento!

7 de abril – Snorkeling + Praia

Mais um dia só de biquíni! Usei por baixo da roupa de neoprene e depois aproveitei a tarde na praia com o look mais fresco possível.

8 de abril – Último dia de praia

Último dia, uniforme oficial: só biquíni. Look de verão com mochila pequena, zero complicações!

8 de abril – Jantar à beira-mar

À noite, uma variação do mesmo combo: calça, malha e tênis. O vento frio não deixou usar os vestidos, então em algumas noites usei a jaqueta por cima da malha.

9 de abril – Voo de volta

Mesmo aerolook da ida: calça, tênis, t-shirt, cashmere e jaqueta jeans.

Dicas para montar looks de verão com pouca bagagem

Quer montar seus looks para viagem de verão com pouca bagagem? Aqui vão algumas estratégias que funcionaram muito bem pra mim:

  • Escolha peças versáteis que combinem entre si.
  • Dê preferência a tecidos leves, frescos e que não amassem.
  • Use as roupas mais volumosas no voo (tipo jaqueta e tênis).
  • Leve acessórios pequenos que mudem a cara do look.
  • E claro: pense em combinações que funcionem tanto para o dia quanto para a noite.

Essas dicas funcionaram perfeitamente para montar meus looks de verão para viajar com pouca bagagem.

Confira o que levei na minha mala pequena de verão para montar esses looks práticos e estilosos. (inserir link do artigo da mala)

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looks de verão para viagem
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Passeio de barco gratuito em Cascais: descubra o galeão “Estou Para Ver”

Já imaginou fazer um passeio de barco gratuito em Cascais a bordo de um galeão histórico? Pois é, essa maravilha existe e acontece todo ano! Eu já fui e agora volto com todas as informações atualizadas pra você embarcar também nesse rolê incrível no galeão “Estou Para Ver”.

Neste artigo, vou te contar:

  • quando acontecem os passeios gratuitos;
  • como garantir sua vaga;
  • onde embarcar;
  • e ainda deixo dicas de quem já viveu essa experiência (eu! 😎).

O que é o galeão “Estou Para Ver”: passeio de barco histórico em Cascais

“Estou Para Ver” é um galeão tradicional português, construído em 1920, que foi totalmente restaurado. O galeão é mantido e operado pela Fundação D. Luís I, que organiza os passeios gratuitos durante o verão. Hoje, ele navega com um propósito cultural e educativo, oferecendo um passeio de barco histórico em Cascais que é ao mesmo tempo lindo, informativo e gratuito.

Durante o trajeto, você aprende sobre navegação, sente a vibe dos antigos navegadores e ainda aproveita a vista maravilhosa da costa de Cascais.


Quando acontecem os passeios gratuitos de barco em Cascais?

Os passeios gratuitos no galeão “Estou Para Ver” geralmente acontecem de junho a setembro, ao finais de semana. Em 2025, a primeira saída está marcada para domingo, 1º de junho, com dois horários: 9h30 e 11h30. As próximas datas ainda estão sendo definidas.

Ah, importante: os passeios dependem do tempo. Se o mar não colaborar, a aventura pode ser cancelada. Então vale ficar de olho na previsão e nas mensagens do organizador.


Como participar do passeio grátis de barco em Cascais?

É bem simples, mas precisa se planejar: as vagas são super limitadas (só 35 pessoas por passeio!) e precisam ser reservadas com antecedência.

📲 Para se inscrever:

  • Fique atento ao site de Cultura de Cascais para saber quando novas inscrições estarão disponíveis;
  • Informe: nome completo, data de nascimento e número do Cartão de Cidadão (ou outro documento);
  • Máximo de 5 inscrições por pessoa (ou seja, você pode levar mais gente!).

Dica de ouro: as vagas costumam acabar bem rápido, mas sempre reabrem o formulário, então vale entrar com frequência!


Onde embarcar para o passeio gratuito de barco em Cascais?

O embarque acontece no Cais de Eventos da Marina de Cascais, bem ao lado do posto de abastecimento. É importante chegar com pelo menos 15 minutos de antecedência, porque o barco sai no horário — e ninguém quer perder esse passeio, né?


Dicas práticas para aproveitar o passeio de barco gratuito em Cascais

Vai por mim, essas dicas vão fazer a diferença:

  • Leva protetor solar e chapéu — o sol no mar bate forte;
  • Uma garrafinha de água salva vidas;
  • Roupa confortável e sapato que não escorrega;
  • Um agasalho, já que o vento pode ser bem forte durante o passeio e pode ficar frio;
  • Se for de transporte público, verifique os horários de comboio até Cascais;
  • Leve uma câmera ou celular com memória livre: o cenário é lindo demais!

Vale a pena fazer o passeio de barco no galeão em Cascais?

Muito! É uma experiência única, gratuita, cultural e lindíssima. Ideal pra fazer com amigos, família, crianças ou até sozinha (como eu fiz!). Você aprende, se diverte, e ainda sai com fotos dignas de cartão-postal.

E o melhor: tudo isso de graça. Ou seja, se você está buscando o que fazer em Cascais de graça, esse passeio é obrigatório!


Outras atrações gratuitas em Cascais para aproveitar no mesmo dia

Se você já vai até Cascais para o passeio, aproveita e inclui outras atividades gratuitas no roteiro. Algumas sugestões:

  • Visitar a Casa das Histórias Paula Rego (entrada gratuita aos domingos);
  • Curtir a Praia da Rainha e a Praia da Conceição;
  • Explorar a Boca do Inferno;
  • Caminhar até o Farol de Santa Marta.

👉🏼 Veja meu roteiro com mais dicas do que fazer em Cascais


Quer ver como é o passeio no galeão em Cascais?

Pra te mostrar como é essa experiência linda a bordo do galeão “Estou Para Ver”, preparei um Reels com cenas do passeio e dicas práticas.

Dá o play aqui embaixo pra sentir o clima da navegação — e depois me conta se você também ficou com vontade de embarcar!


Não conseguiu vaga no passeio grátis? Aqui vão outras opções de passeio de barco em Cascais

As vagas no galeão esgotaram? Calma que nem tudo está perdido! 😅

Cascais tem várias opções de passeio de barco, e algumas são pagas, sim, mas oferecem experiências bem legais: desde veleiros ao pôr do sol até tours com paradas para mergulho.

Se quiser garantir seu lugar com antecedência (e sem estresse), dá uma olhada nessas sugestões aqui embaixo. São todos passeios que você pode reservar online com segurança:

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Veja aqui outras opções de passeio de barco e experiências em Cascais. Ah, e alguns deles têm cancelamento grátis, então você pode reservar tranquilo. 😉


Se você for, me marca nos stories que eu adoro ver os rolês de vocês! E se tiver dúvidas, comenta aqui embaixo. Compartilha também com aquele amigo que ama um passeio diferente — e de graça, claro! 😉

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passeio de barco gratuito em cascais
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Perguntas frequentes sobre o passeio de barco gratuito em Cascais

Como fazer o passeio de barco gratuito em Cascais?

É preciso enviar mensagem via WhatsApp para o número +351 910 070 397 com nome, data de nascimento e número do Cartão de Cidadão.

Onde acontece o passeio gratuito no galeão em Cascais?

O embarque é feito no Cais de Eventos da Marina de Cascais, próximo ao posto de abastecimento.

Precisa pagar para participar do passeio “Estou Para Ver”?

Não! O passeio é totalmente gratuito, mas as vagas são limitadas e precisam ser reservadas com antecedência.

Quando acontecem os passeios gratuitos em Cascais?

Geralmente entre junho e setembro, aos finais de semana. A programação depende das condições do mar.

Existem outras opções de passeio de barco em Cascais?

Sim, há várias opções de passeios pagos que podem ser reservados online, como passeios ao pôr do sol, tours com paradas para mergulho e experiências românticas. Confira algumas opções no GetYourGuide: Passeios de barco em Cascais.

As melhores praias perto de Lisboa: guia completo para um verão perfeito!

Procurando praias perto de Lisboa para um bate-volta ou até para passar uns dias? A boa notícia é que há muitas praias em Lisboa e arredores: do mar às fluviais, com areia infinita ou águas transparentes. Neste post, te mostro as melhores opções — inclusive aquelas acessíveis de comboio!

Lisboa é maravilhosa, mas vamos ser honestas: no verão, tudo o que a gente quer é uma boa praia. E a melhor parte? Não precisa ir muito longe para descobrir as melhores praias perto de Lisboa, com águas cristalinas, falésias cinematográficas, areia dourada e até praias fluviais escondidas no meio do mato.

Neste guia, você vai descobrir as melhores praias perto de Lisboa — testadas e aprovadas por mim — com dicas reais, práticas e atualizadas para curtir o verão como uma local.

praia comboio lisboa
Praia de Carcavelos

Seja para quem mora na cidade ou está só de visita, este artigo funciona como um índice completo para explorar as praias bonitas perto de Lisboa, com links para meus posts mais detalhados e informações novas para te ajudar a escolher a sua favorita. Ah, e tem dicas de transporte, looks de verão e até o que levar na bolsa!


As melhores praias perto de Lisboa (divididas por região)

Praias de Cascais: acesso fácil de comboio e vibe sofisticada

A linha de comboio entre Cais do Sodré e Cascais é uma das mais bonitas de Portugal e leva você direto para algumas das praias bonitas perto de Lisboa. Tamariz, Carcavelos, São Pedro do Estoril… todas ótimas para um dia de sol, com estrutura e vista linda.

  • Praia da Rainha – pequenininha e super charmosa, no centro da vila.
  • Praia de Carcavelos – tem boa estrutura, bares, restaurantes, dá pra surfar, tomar um drink no fim do dia…
  • Praia de Santo Amaro de Oeiras: ótima para famílias, com estrutura boa e mar mais calmo.

Veja aqui o meu guia completo das praias da Linha de Cascais.

Praias da Costa da Caparica: variedade e boas ondas

Atravessou a Ponte 25 de Abril, chegou na praia. A Costa da Caparica oferece desde praias urbanas a lugares mais isolados, sendo uma das melhores opções de praia perto de Lisboa para quem não tem carro.

  • Praia Nova – perto do centro, fácil acesso, costuma estar mais cheia.
  • Praia da Cornélia – mais afastada e ampla, com boa infraestrutura.

Veja aqui o meu Guia da Costa da Caparica.

Praias de Sintra: selvagens, dramáticas e imperdíveis

As praias de Sintra perto de Lisboa são um espetáculo: falésias imponentes, natureza bruta e uma vibe mística. Mas vá preparada: o vento e o frio por lá são reais, mesmo no verão.

  • Praia da Adraga – uma das mais bonitas de Portugal! Fica em Almoçageme, tem acesso fácil de carro e restaurante na beira da praia. Vale cada curva da estrada!
  • Praia da Ursa – selvagem, linda e bem difícil de chegar. Precisa de trilha íngreme, então só vá se estiver preparado. Eu mesma ainda nã otive coragem de encarar essa caminhada! rs
  • Praia das Maçãs – mais urbana e com boa estrutura. Tem restaurantes e até bondinho no verão ligando à vila de Sintra.
  • Praia Grande – extensa, ótima pra surfe, e com várias opções de restaurantes. Ideal pra quem quer uma praia mais “completa”.
  • Praia do Guincho – mais selvagem, boa para surf, com vibe diferente.
  • Azenhas do Mar – praia pequena mas que tem até uma piscina natural. E o visual é simplesmente deslumbrante!

Descubra mais sobre Azenhas do Mar e o Cabo da Roca!

Praia da Adraga, Sintra, Portugal

Praias da Arrábida: as mais paradisíacas perto de Lisboa

Se você busca uma praia paradisíaca perto de Lisboa, a Serra da Arrábida é imbatível. A natureza é intocada, a água é cristalina e o visual, inesquecível (apesar da água gelada! rs).

Aqui tem um guia de como visitar a Arrábida sem carro!

Praias para bate volta perto de Lisboa

Comporta e Tróia: praias sofisticadas e tranquilas perto de Lisboa

Quer praias mais exclusivas perto de Lisboa, sem ostentação? Comporta e Tróia são ideais: areia branca, mar limpo, restaurantes descolados e muitos beach clubs.

Ericeira: praias de surf e charme a menos de 1h de Lisboa

A menos de 1 hora de Lisboa, a vila da Ericeira é o paraíso dos surfistas — mas também tem praias lindas para quem só quer relaxar. É uma das vilas costeiras perto de Lisboa mais charmosas. Dá pra ir de carro ou autocarro.

  • Praia dos Pescadores – no centro da vila, ótima para famílias.
  • Foz do Lizandro – com restaurantes e estrutura, é perfeita para um dia completo.
  • Praia de Ribeira d’Ilhas – uma das melhores para surf, cenário icônico.

Veja aqui o meu roteiro pela Ericeira com todas as dicas!

costa de prata roteiro
Ericeira

Praias de Peniche: natureza bruta e boas ondas

Peniche fica a cerca de 1h30 de Lisboa e é famosa pelas ondas perfeitas, mas também oferece praias extensas e selvagens.

  • Praia do Baleal – visual cinematográfico e vibe jovem.
  • Praia da Consolação – boa para surf e famílias, com águas terapêuticas.
  • Supertubos – palco de campeonatos internacionais, mas linda mesmo pra só caminhar na areia.

Confira o meu guia com todas as praias de Peniche. Dica: dá pra fazer bate-volta, mas vale dormir por lá pra aproveitar melhor.

Foz do Arelho e Lagoa de Óbidos: água doce e salgada no mesmo lugar

A Lagoa de Óbidos é perfeita para famílias e esportes aquáticos, enquanto a Foz do Arelho oferece ondas fortes no lado do mar. Ideal para quem busca praias diferentes perto de Lisboa.

Descubra o meu roteiro pela Costa de Prata.

Praias fluviais perto de Lisboa

Sim, o verão em Portugal também é feito de rios. E a melhor parte? As praias fluviais costumam ser menos lotadas, mais fresquinhas e com uma vibe mais roots.

praia fluvial de constância
Praia Fluvial de Constância

Praias secretas perto de Lisboa

Portugal tem muitas praias escondidas que parecem saídas de filme. Algumas exigem caminhada, outras são acessíveis só de barco — mas todas valem o esforço:

  • Ribeiro do Cavalo – é uma das praias mais lindas (e secretas!) de Portugal. Sim, é considerada uma das principais praias secretas de Lisboa, justamente por causa do acesso complicado e da ausência de estrutura.
  • Praia da Adraga – não tão secreta, mas pouco turística e com visual dramático.
  • Azenhas do Mar – praia pequena, mas com um cenário é de cair o queixo.
piscina azenhas do mar
Azenhas do Mar

Praias para ir de comboio em Lisboa

Se você está sem carro, não se preocupe: há muitas praias para ir de comboio em Lisboa. As mais fáceis são em Cascais, mas com um pouco de paciência, dá até para chegar na Caparica e na Arrábida usando transporte público.

Algumas das melhores praias são facilmente acessíveis de comboio (trem):

praias perto lisboa

O que levar para a praia em Portugal

Sol forte, vento fresco e água gelada. As praias portuguesas são lindas, mas exigem uma bolsa bem pensada:

  • Protetor solar
  • Chapéu ou boné
  • Garrafa de água reutilizável
  • Toalha de praia
  • Agasalho (pode bater um vento no fim do dia)

Dicas para aproveitar as praias perto de Lisboa


Afinal, qual é a melhor praia perto de Lisboa?

Depende do que você procura… Mas aqui vão as minhas sugestões:

  • Solzinho rápido? Cascais
  • Natureza selvagem? Arrábida
  • Quer fugir da multidão? Comporta
  • Areia infinita? Costa da Caparica
  • Gosta de aventura? Ribeiro do Cavalo

Este guia de praias perto de Lisboa foi feito para te ajudar a escolher a praia perfeita de acordo com o seu tempo, transporte e vibe!

Essas são só algumas das melhores praias perto de Lisboa para curtir no verão. Seja para um bate-volta rapidinho, um fim de semana relax ou até para conhecer praias secretas, fluviais ou as melhores praias para ir de comboio, não faltam opções incríveis nos arredores da capital portuguesa!

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praias perto de lisboa
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Perguntas frequentes sobre praias perto de Lisboa

Quais são as melhores praias perto de Lisboa para ir de comboio?

As praias de Cascais são as mais fáceis de chegar de comboio a partir de Lisboa. Basta pegar a linha que sai do Cais do Sodré e em menos de 40 minutos você está com os pés na areia!

Existe alguma praia secreta perto de Lisboa?

Sim! A Praia da Ribeira do Cavalo, em Sesimbra, é considerada uma das praias secretas de Lisboa. Acesso difícil, sem infraestrutura… Mas compensa com uma paisagem surreal!

Qual a praia mais bonita perto de Lisboa?

Essa é difícil, mas a Praia dos Galapinhos, na Arrábida, já foi eleita uma das mais bonitas da Europa. Águas cristalinas, natureza intocada e aquele visual de tirar o fôlego!

Há praias fluviais boas perto de Lisboa?

Sim! Existem várias praias fluviais perto de Lisboa, como a Praia do Rosário e a Praia dos Moinhos. São ótimas para quem quer fugir do mar e curtir algo diferente

Que roupa usar para ir à praia em Portugal no verão?

O verão português é quente, então aposte em roupas leves, biquínis ou maiôs confortáveis, chinelos e chapéu. E não esquece o protetor solar e a garrafinha d’água!

Mala pequena de verão: o que levei para uma semana na Ilha do Sal!

Vai viajar pra um destino de praia e quer evitar o drama de levar coisa demais (ou de menos)? Eu te entendo perfeitamente! Neste post, vou te mostrar o que levei na minha mala pequena de verão para passar uma semana inteirinha na Ilha do Sal, em Cabo Verde — usando só o item pessoal!

Clique aqui para assistir ao vídeo

Spoiler: usei aquela mala viral da Primark que tem rodas removíveis e que entra como item pessoal em várias companhias aéreas. Resultado? Não paguei nada por bagagem e ainda viajei super leve!

mochila verão viagem

Micro mala X mochila: você encontra as duas na minha loja da Amazon Portugal e da Amazon Brasil!

Clima na Ilha do Sal: o que esperar no “inverno” de Cabo Verde

Fui pra Cabo Verde no começo de abril. Tecnicamente ainda era inverno por lá, mas o clima estava bem tranquilo: calor, sol e… muito vento! Isso faz com que a temperatura caia um pouco à noite, então precisei me preparar para um friozinho leve.

mala inteligente verão

E sim, mesmo viajando no “inverno”, deu pra curtir muito bem as praias da Ilha do Sal! Se quiser ver como foi cada dia da minha viagem, confere aqui o roteiro completo de 7 dias na Ilha do Sal, com todas as atrações que visitei e dicas práticas.

Roupas que levei na mala pequena de verão

Aqui vai a listinha completa do que levei na minha mala de verão compacta:

  • 2 calças leves (preta e branca)
  • 1 shorts jeans (clássico de toda mala de praia!)
  • 2 camisetas (branca e preta)
  • 2 cropped tops (branco e preto)
  • 2 regatas (branca e bege)
  • 2 vestidos (um vermelho e um estampado)
  • 1 cashmere pink (leve e quentinho)
  • 1 jaqueta jeans branca

O segredo pra montar uma mala funcional de verão é escolher peças que combinem entre si. Assim, consigo montar vários looks diferentes com poucas roupas. Praticidade e estilo na mesma mala!

Ficou curiosa pra ver como montei os looks com essas peças? Então dá uma olhada neste post aqui com os looks que usei na Ilha do Sal — tem inspiração pra vários dias de viagem!

Calçados e acessórios de praia

Nos pés, levei três opções bem práticas:

  • Tênis (que usei pra viajar e nos passeios)
  • Havaianas (daquelas com alça no calcanhar, que não saem do pé!)
  • Alpargata (perfeita pra visitar os tubarões em Shark Bay!)
mala viagem verão pequena

E claro, não podem faltar os acessórios indispensáveis pra qualquer mala de verão para destinos tropicais:

  • 3 biquínis
  • 3 óculos de sol (porque sim, gosto de variar!)
  • 1 boné
  • 1 chapéu dobrável (mas quase não usei, por causa do vento!)
  • 1 lenço (essencial pro passeio de quadriciclo!)
  • 1 piranha pra prender o cabelo
  • 1 bolsa da Uniqlo
  • 1 ecobag dobrável com zíper (usei como bolsa de praia e nos passeios)
mochila verão viagem

Protetor solar: o que levei e onde comprei mais

Como não despachei mala, tive que seguir o limite de 100ml para líquidos. Levei:

  • 1 protetor solar em creme (100ml)
  • 1 protetor em spray para o rosto (que também usei nas costas)

Viajar sozinha tem dessas: passar protetor nas costas é missão impossível! O spray salva vidas nessa hora. Sabia que essa quantidade não seria suficiente, então deixei pra comprar mais depois de passar pela segurança do aeroporto. Dei sorte e achei uma promoção! Melhor do que pagar caro na ilha (e lá nem sempre tem a versão spray…).

mala primark viral item pessoal

Aliás, se quiser saber quanto custa esse tipo de coisa e todo o resto na ilha, fiz um post completíssimo com os preços atualizados de uma viagem à Ilha do Sal, incluindo alimentação, hospedagem e passeios.

Dica bônus: como montar uma mala inteligente de verão

Se tem uma coisa que aprendi viajando sozinha com mala pequena, é que menos é mais. Uma mala de verão bem planejada precisa ser funcional, com peças que se combinem, acessórios leves e o essencial pra se proteger do sol e do vento.

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mala pequena de verão
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Quanto custa viajar para a Ilha do Sal? Veja os gastos reais da minha viagem!

Quer visitar o mar cristalino de Cabo Verde, mas está se perguntando quanto custa viajar para a Ilha do Sal? Então vem comigo que eu te conto tudinho: todos os valores reais da minha viagem de 7 dias, dicas pra economizar e tudo o que você precisa saber antes de fazer as malas para este paraíso no Atlântico!

Clique aqui para assistir ao vídeo

Dicas para economizar na Ilha do Sal

Confesso que achei que a Ilha do Sal fosse ser muito mais barata do que é… Mas, por ser um destino que vive exclusivamente do turismo, os preços são todos feitos para turistas: ou seja, é tudo bem caro! 

De qualquer maneira, alguns truques podem te ajudar a economizar na sua viagem:

  • Viaje na baixa temporada (novembro a abril): os preços são mais baixos, é menos quente, venta mais e ainda dá pra curtir a praia e as atrações tranquilamente.
  • Compre protetor solar no aeroporto: é caro, mas menos do que na ilha. E você não precisa se preocupar com o limite de líquidos na mala de mão.
  • Evite usar cartão ou sacar dinheiro: apesar de muitos lugares aceitarem, normalmente cobram uma taxa extra. E cada saque no caixa eletrônico custa 3€. Leve euros mesmo!
  • Coma fora da rua principal de Santa Maria: quanto mais longe do “centro turístico”, mais barato e, muitas vezes, mais gostoso! Os restaurantes mais escondidinhos foram os meus favoritos. Descubra aqui onde comer em Santa Maria.
  • Feche os passeios com agências locais confiáveis: reservei todos os tours pelo GetYourGuide e achei tudo super organizado, com guias simpáticos e preços justos.
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Quanto custa viajar para a Ilha do Sal (7 dias)

Aqui estão todos os meus gastos durante uma semana na Ilha do Sal, Cabo Verde — desde passagem aérea até caipirinha na beira da praia:

  • Passagem aérea (easyJet, sem mala despachada): 296€
  • Transfer de e para aeroporto: 20€ cada
  • Alojamento: 539€ com pequeno-almoço, em um apartamento dentro de um condomínio fechado.
  • Seguro viagem: 48,61€ (reservando através deste link você tem desconto!)
  • Taxa aeroportuária de entrada: 30€ (tente pagar essa taxa online, antes de viajar, para evitar a fila no aeroporto!)
  • Chip local com 5GB: 1€ (chip) + 3€ (dados)
  • Protetor solar: 20€ (melhor já comprar no aeroporto e não correr risco com a segurança por causa do volume de líquidos!)
  • Refeições: entre 5€ e 25€ (veja aqui os restaurantes que provei em Santa Maria)
  • Água 1,5L no mercado: 1€
  • Cerveja no mercado: 1,50€
  • Pacote de batata frita no mercado: 4€
  • Tartaruga de pedra (souvenir): 3€ cada
  • Lanche no aeroporto (sanduíche + água + chocolate): 15€
  • Taxa para sacar dinheiro no caixa eletrônico: 3€ — recomendo fortemente levar euros em espécie. Muitos lugares aceitam e, inclusive, dão troco em euros!

Preços dos passeios e tours na Ilha do Sal

O que fazer grátis na Ilha do Sal

Nem só de passeios pagos vive uma viagem, né? E a Ilha do Sal tem várias coisas legais pra fazer totalmente de graça!

Começando pelo básico (e maravilhoso): curtir as praias de Santa Maria! A praia principal tem mar azul-turquesa, areia branquinha e um pôr do sol que é praticamente um espetáculo diário. Dá pra passar o dia todo só relaxando, sem gastar nadinha.

Não deixe de ir até a Shell Beach, também chamada de cemitério das conchas. São montanhas e montanhas de conchas deixadas ali pelos pescadores.

Outra coisa que eu amei foi simplesmente caminhar pelas ruas de Santa Maria. A cidade é pequena, segura e cheia de cantinhos fofos. Você pode visitar o famoso Pontão, onde os pescadores chegam com os peixes fresquinhos e a movimentação é uma atração à parte. Vale muito a pena observar o vai e vem, conversar com os locais e tirar fotos lindas.

Ah, e se você gosta de dar aquela olhadinha nas lojinhas (mesmo sem comprar), pode se perder entre os artesanatos, roupas e souvenirs espalhados pelo centrinho.

Onde ficar na Ilha do Sal

A Ilha do Sal tem muitos resorts all inclusive — uma boa pra quem quer relax total e não sair do hotel. Mas eu preferi ficar em um apartamento dentro de um condomínio fechado no Porto Antigo Residence. Tive conforto, segurança e ainda consegui explorar bem Santa Maria, experimentar vários restaurantes diferentes e ver a ilha de verdade, sem ficar confinada. Faça a sua reserva clicando aqui.

Aqui tem o roteiro completo da minha viagem com todas as dicas do que fazer na Ilha do Sal.

Vale a pena viajar para a Ilha do Sal?

Com certeza! A Ilha do Sal é aquele destino perfeito pra quem quer relaxar, tomar bons drinks, mergulhar em águas cristalinas e ainda curtir passeios incríveis. Agora que você já sabe quanto custa viajar para a ilha do Sal, é só se planejar e montar um roteiro na Ilha do Sal inesquecível sem gastar uma fortuna!

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preços ilha do sal
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As locações de Emily in Paris!

“Emily in Paris” é uma das séries mais comentadas dos últimos tempos. Com sua trama leve e divertida e seus figurinos de cair o queixo a série não apenas conquistou o público, mas também encantou os espectadores com as incríveis locações que servem como pano de fundo para as aventuras de Emily Cooper na Cidade Luz.

Se você é fã da série ou apenas está planejando sua próxima viagem a Paris, confira este guia completo sobre as locações icônicas de “Emily in Paris” que você pode visitar na vida real e encante-se pela cidade luz como Emily!

Emily in Paris: locais de filmagem

  • Place de l’Estrapade: o bairro de Emily – No coração do 5º arrondissement de Paris, aqui é onde Emily encontra seu charmoso apartamento. Esta pequena praça é cercado por cafés e padarias típicas, como a Boulangerie Moderne, onde Emily compra seus croissants matinais. E também o restaurante Terra Nera, que serve de cenário para o bistro Les Deux Compères, de Gabriel. A praça oferece uma autêntica experiência parisiense, longe das multidões de turistas, proporcionando um cenário ideal para uma caminhada tranquila enquanto se saboreia a atmosfera local.
  • Jardin du Luxembourg – este jardim fica bem perto da Place de l’Estrapade e Emily aproveita o grande espaço verde para se exercitar. O local é uma delícia para passear e relaxar nos gramados ou nas cadeiras, no maior estilo parisiense.
  • Montmartre – Um dos bairros mais charmosos de Paris, é frequentemente explorado por Emily, e a Rue de l’Abreuvoir é uma de suas ruas mais pitorescas. Com suas casas cobertas de hera e vistas para a Basílica de Sacré-Cœur, essa rua encapsula o espírito boêmio de Paris. Inclusive, Mindy a descreveu como “a rua mais bonita de Paris” e é difícil não concordar! Passear por Montmartre é como voltar no tempo, e não há dúvida de que você se sentirá como um personagem de um filme, ou melhor, como Emily, explorando as encantadoras ruas parisienses. Não deixe de passar no famoso La Maison Rose, onde Emily e Mindy almoçam em um dos episódios. A fachada cor de rosa é perfeita para fotos!
  • Place de Valois – É nessa praça do 1º arrondissement que fica o escritório da agência de marketing Savoir. O restaurante onde eles almoçam também fica na praça, o Bistrot Valois.
  • Jardin du Palais Royal – situado perto do Louvre, esse jardim histórico é o lugar onde Emily tira uma de suas selfies icônicas para o Instagram. Com suas colunas de Buren, fontes e arquitetura clássica, o Palais Royal é um ponto de encontro para parisienses e turistas. É o local perfeito para quem deseja uma experiência que mistura história, cultura e um toque de modernidade, exatamente como Emily faz em suas postagens nas redes sociais!
  • Ópera – Palais Garnier – Este é um dos lugares mais deslumbrantes de Paris e não poderia faltar entre as locações de “Emily in Paris”. É no icônico Palais Garnier que Emily se encontra com o estilista Pierre Cadault (interpretado por Jean-Christophe Bouvet) e, também, onde ela põe fim ao seu relacionamento com o arrogante professor Thomas.
  • Ponte Alexandre III – esta icônica e linda ponte foi usada como cenário para a gravação do anúncio do perfume De L’Heure.
  • Pont Neuf – a ponte em si não tem nada de especial, mas a vista é de tirar o fôlego!
  • Galeries Lafayette – a famosa loja de luxo aparecem na 4ª temporada da série.
  • Atelier des Lumières – uma galeria de arte digital imersiva, que oferece exposições de arte projetadas em grande escala, criando uma experiência visual única. Vale muito a pena visitar, mas é importante reservar seu ingresso com antecedência!
  • Piscina Molitor – esta piscina, que é a mais antiga de Paris, é o local perfeito para os dias de verão. Fica dentro do Hotel Molitor e foi ali que Emily e Mindy se encontraram no começo da terceira temporada.
  • Canal Saint Martin – frequentado por muitos locais, é um passeio bem gostoso para fazer em Paris e Emily já passou por ali algumas vezes!

Restaurantes e cafés Emily in Paris

Emily in Paris tem como cenário uma das cidades com a culinária mais famosa do mundo. Assim, é natural que os personagens frequentem restaurantes e cafés tradicionais no seu dia-a-dia. Aqui estão alguns dos locais onde gravaram cenas de Emily in Paris:

  • Bouillon Chartier – um dos restaurantes mais famosos e bonitos de Paris aparece na 4ª temporada como um dos lugares favoritos de Gabriel. Ele leva Emily até lá para um happy hour com outros chefs, quando o restaurante já está fechado. Além de lindo, o restaurante serve comida deliciosa e barata, vale muito a pena enfrentar as filas!
  • Restaurante Le Grand Véfour – um restaurante com estrela Michelin onde Emily tenta fazer uma reserva.
  • Café de l’homme – este restaurante e café com uma vista incrível para a Torre Eiffel foi o local de uma das festas da série. Você pode ir lá para uma refeição ou apenas um café e aproveitar para tirar muitas fotos da dama de ferro!
  • Café de Flore – um dos cafés mais tradicionais e conhecidos de Paris, situado no Boulevard Saint-Germain. Frequentado por intelectuais e artistas ao longo da história, é uma visita obrigatória para quem deseja experimentar um ambiente parisiense clássico, saboreando um café enquanto observa o movimento das ruas.
  • Faust – nas margens do rio Sena, aqui você pode fazer como os personagens e tomar uns drinks.
  • Café de la Nouvelle Mairie – café onde Emily e Mindy costumam se encontrar pela manhã.
  • Tortuga – um restaurante com terraço com vista para Garnier Opéra Garnier em que Emily e Camille se encontram. Fica dentro das Galeries Lafayette.
  • Le Jules Verne – o restaurante localizado no segundo andar da Torre Eiffel foi o local escolhido por Emily para impressionar um cliente em potencial para a Savoir.
  • Lapérouse – um dos mais prestigiados restaurantes de Paris, desde o século XVIII, onde Emily janta com Alfie.

Os cenários de Emily in Paris

Nem só de Paris vive a série! Emily já se aventurou para fora da cidade e nã odecepcionou dos destinos escolhidos!

  • Versalhes – a famosa Galeria dos Espelhos é o cenário de um dos desfiles da série. E este é um dos melhores bate-volta que você pode fazer a partir de Paris! Visitar os jardins e Palácios de Versailles é como entrar em um conto de fadas! Reserve o seu tour neste link.
  • Vale do Loire – a mansão da família de Camille, fica nesta área, mais especificamente em Chinon. Esta região é famosa pelos seus castelos e o que aparece na série se chama Le Château de Sonnay na vida real (no seriado o nome é Château de Lalisse). Além dos castelos, a região é cheia de vinhedos então você pode passar um belo dia visitando lugares lindos e ainda degustando vinhos incríveis! Veja as opções de passeios para o Vale do Loire aqui.
  • St. Tropez – Emily passa alguns dias nesta cidade charmosa à beira mar no sul da França. Existem muitas maneiras de explorar a Côte d’Azur, descubra-as aqui.
  • Provence – a região famosa pelas plantações de lavanda foi cenário para uma das campanhas da agência onde Emily trabalha. Aqui tem tours para explorar Provence!
  • Giverny – a casa e jardins de Monet aparecem na 4º temporada de Emily in Paris, já que foi o local escolhido para Camille “fugir”. É um passeio incrível a partir de Paris, mas é importante comprar o ingresso com antecedência porque esgota super rápido. Você pode comprar o tour que já inclui o transporte de Paris e os ingressos através deste link.

Existem muitas outras locações de Emily in Paris e também muitos tours com essa temática pela cidade. Você pode escolher entre sessão fotográfica, passeio guiado e até um tour fashionista por Paris, todos disponíveis neste link. Se preferir algo mais casual e menos exclusivo, pode sempre fazer um tour guiado gratuito pelas ruas de Paris, basta reservar aqui.

🌟 Experiências inspiradas na série Emily in Paris

Quer viver Paris como a Emily, mas com mais planejamento e menos drama? A GetYourGuide criou uma seleção de experiências incríveis para quem ama a série. São passeios, workshops e degustações nos lugares que você já viu na tela – tudo com um toque bem parisiense. Veja as opções:

Tour pelos locais de filmagem

Um passeio a pé que leva você aos cenários mais icônicos da série: o apartamento da Emily, a agência Savoir, o restaurante do Gabriel e muito mais. Ideal pra quem quer mergulhar no roteiro da série com contexto e boas histórias.

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Workshop de croissants

Aprenda a fazer croissants perfeitos com um chef francês de verdade. A experiência inclui ingredientes, técnicas e, claro, muita degustação no final. Um clássico francês com gostinho de episódio novo!

Workshop de macarons

Coloridos, delicados e deliciosos, os macarons são a cara de Paris. Aqui você aprende a preparar essas delícias enquanto se sente uma personagem da série.

Degustação de queijos e vinhos

Combine vinhos franceses com queijos artesanais em um ambiente intimista e charmoso. Uma experiência sensorial que combina perfeitamente com a elegância parisiense da série.

Cruzeiro com champanhe pelo Sena

Navegue pelo rio mais famoso de Paris enquanto aprecia uma taça de champanhe e as vistas incríveis da cidade. É impossível não se sentir parte da série com esse visual.

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Tour gastronômico em Paris

Descubra os sabores que encantaram Emily: queijarias, padarias e mercados tradicionais fazem parte do roteiro. Perfeito pra quem quer comer bem e conhecer mais da cultura local.

Passeio em Montmartre com coquetel

Explore um dos bairros mais charmosos de Paris com uma caminhada leve, finalizando com um drink digno de série de TV. Um mix de charme boêmio e sofisticação.

🎟️ Você pode ver todas as experiências disponíveis e reservar clicando aqui.

E se você ama moda como Emily Cooper, não perca este meu guia com os locais mais fashionistas de Paris! Eu ainda acho que falta muito para Emily explorar em Paris e estou ansiosa pelas próximas temporadas!

Dicas finais para o seu Roteiro Emily in Paris

  • Vá cedo para evitar multidões (e conseguir fotos dignas de feed)
  • Combine as locações com outros pontos turísticos próximos
  • Leve sapatos confortáveis – Emily anda MUITO!

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locações emily in paris
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O que levar na mala para primavera em Portugal: roupas para frio e calor!

A primavera em Portugal (assim como o outono) é meio doidinha: você acorda com 15 °C e, quando piscou, já está fazendo 30 °C. Foi exatamente isso que aconteceu comigo num fim de semana em Alcácer do Sal, no Alentejo. Resultado? Tive que montar uma mala de viagem pronta tanto pro frio quanto pra praia.

Clique aqui para assistir ao vídeo

Neste artigo, te conto exatamente o que levei na mala para um fim de semana com clima bipolar, o que usei, o que sobrou e como você pode adaptar tudo isso para montar uma mala de primavera (ou outono) em Portugal.

Como montar uma mala para meia-estação em Portugal

Na primavera e no outono, as temperaturas em Portugal são bem similares e podem variar muito no mesmo dia. Por isso, é essencial montar uma mala de viagem para frio e calor, com roupas que se complementam em camadas.

Nesse caso, fui de carro, então não precisei me preocupar com limite de bagagem. Levei minha mala pink (tamanho de bagagem de mão), mas confesso: uma mochila pequena seria suficiente.

como montar mala de viagem para meia estação

Lista completa: o que levei na mala para primavera em Portugal

Partes de cima

  • 3 camisetas (rosa, Hello Kitty, Harry Potter)
  • 1 top branco

Partes de baixo

  • 2 calças (jeans e preta com brilhos)
  • 1 saia preta
  • 1 shorts branco

Terceira peça (para o frio)

  • Malha preta listrada
  • Jaqueta jeans com pelinhos por dentro (quentinha e estilosa!)
mala viagem outono fim de semana

Acessórios e praia

  • 1 biquíni
  • 1 boné
  • 2 óculos escuros (porque gosto de variar nos looks)

Calçados

  • 1 tênis (clássico de guerra)
  • 1 chinelo
mala viagem frio calor

Bolsa

  • Minha fiel companheira: a bolsa da Uniqlo estampada
mala para primavera em portugal

Looks de viagem para meia-estação: inspiração real

Mesmo com pouca coisa, consegui montar looks de primavera em Portugal práticos e estilosos:

Dia 1: calça jeans, top branco, jaqueta jeans e tênis — look comfy pra pegar a estrada e fazer as minhas primeiras poções! rs

Dia 2: saia preta e camiseta Harry Potter (tudo temático porque fui visitar o Airbnb House of Magic! Já viu meu roteiro mágico por Alcácer do Sal?)

Dia 3: shorts branco, camiseta rosa e… biquíni o dia inteiro! Porque o calor resolveu aparecer com força então passei o dia na Praia da Comporta.

Dicas para montar uma mala inteligente para outono ou primavera

  • Prefira partes de cima extras a partes de baixo. São mais leves e te dão mais opções de looks.
  • Tenha sempre uma jaqueta quentinha e versátil.
  • Mesmo se não tiver praia no roteiro, leve biquíni: pode rolar uma piscina ou spa.
  • Os looks para primavera em Portugal funcionam super bem também no outono!

Agora que você já sabe como montar uma mala para primavera ou outono em Portugal, é só escolher o destino e partir feliz (e estilosa)!

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mala para primavera em portugal
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Jacarandás de Lisboa!

Hoje é dia de admirar os jacarandás de Lisboa!

Clique aqui para assistir ao vídeo

Todos os anos, entre maio e junho, Lisboa se transforma com a floração dos jacarandás, tingindo as ruas de roxo e oferecendo um espetáculo natural imperdível. Neste guia, descubra os melhores locais para apreciar os jacarandás em Lisboa e saiba como aproveitar ao máximo essa experiência única.

Jacarandás em Lisboa

Jacarandá é uma palavra em é tupi-guarani e só por isso já dá para imaginar de onde essas árvores vieram, né? Elas chegaram em Lisboa através de um diretor do Jardim Botânico da Ajuda, que as trouxe do Brasil!

Félix Avelar Brotero, diretor do Jardim Botânico da Ajuda, distribuía sementes pela cidade incentivando a plantação dessas árvores no início do século XIX. Os jacarandás se adaptaram super bem ao clima e agora pintam as ruas de roxo, geralmente no fim de maio, anunciando a chegada do verão!

Existe uma segunda floração dos jacarandás em Lisboa em setembro, mas nunca é tão forte quanto a de maio. As flores duram mais ou menos um mês, isso porque as árvores não florescem todas de uma vez só. Dizem que quanto mais velha, mais tarde é a sua floração.

Apesar de deixar a cidade linda, muita gente não é muito fã dos jacarandás: as flores caem e sujam as calçadas e carros. O chão chega até a ficar grudento por conta das flores… O cheiro também pode ser bem forte, além de causar muitas alergias. Eu sofro muito com as alergias na primavera, nem posso culpar os jacarandás por isso… E a floração não dura tanto tempo assim, podemos superar porque fica lindo demais! rs

Onde ver os jacarandás de Lisboa

Existem jacarandás espalhados por toda Lisboa, mas alguns lugares tem uma maior concentração deles. Estes são os melhores locais para ver jacarandás em Lisboa:

  • Belém: Talvez o melhor bairro para ver jacarandás em flor, já que eles estão por todos os lados! As ruas que chamam mais atenção são: Av. das Descobertas, Av. do Restelo e Av. da Torre de Belém. É nesta última que fica o local certo para tirar a foto perfeita para o Instagram: com as flores dos jacarandás emoldurando a Torre de Belém! Se quiser uma visão mais do alto, pode subir até o Jardim Ducla Soares, no fim da avenida.
  • Parque Eduardo VII: mais especificamente na Alameda Edgar Cardoso, do lado esquerdo do parque, tem muitos jacarandás! A rotunda do Marques de Pombal também tem algumas árvores roxas.
  • Av. 24 de Julho: por toda sua extensão, as flores roxas chamam a atenção.
  • Museu Nacional de Arte Antiga: na parte de baixo do museu, na avenida, tem duas árvores enormes e na parte de cima (no jardim em frente ao museu) dá para ter uma bela vista do Rio Tejo, Ponte 25 de Abril e Cristo Rei. Todos emoldurados por jacarandás!
  • Av. D. Carlos I: mais uma bela avenida cheia de jacarandás em flor!
  • Largo do Rato: são várias árvores e vale a pena ir até a Rua D. João V para conferir uma fileira delas bem juntinhas.
  • Largo do Carmo: as ruínas do convento do Carmo ganham um charme extra com as flores dos jacarandás!
  • Rossio: Uma das principais praças de Lisboa fica linda durante a época dos jacarandás em flor! Para tirar uma foto da praça por cima, a dica é ir no miradouro do Elevador Santa Justa. Não precisa pagar para subir na parte mai alta, na entrada para o elevador você já consegue ter uma boa vista!
  • Rua Barata Salgueiro X Rua Rodrigo da Fonseca: estas duas ruas tem jacarandás que foram túneis de flores, é lindo!!!

Estes são alguns outros pontos que me disseram que também existem muitos jacarandás, mas ainda não tive a oportunidade de conferir ao vivo, então não sei como é exatamente:

  • Campo Pequeno e Av. 5 de Outubro
  • Av. Miguel Bombarda
  • Parque das Nações: Alameda dos Oceanos e Jardim dos Jacarandás
  • Largo do Correio Mor
  • Jardim D. Luís: Próximo ao Cais do Sodré, é um local agradável para apreciar as flores
jacarandás rossio
Rossio visto do Elevador de Santa Justa

Se quiser aproveitar o visual florido de uma forma diferente, veja minhas dicas para andar de bicicleta em Lisboa – é uma forma linda e sustentável de explorar a cidade!

Onde ver os jacarandás em Lisboa

Que tal fazer um passeio completo pelas principais ruas cobertas de flores roxas em Lisboa? Você pode começar no Largo do Rato, descer a Avenida da Liberdade, passar pela Praça do Rossio e terminar no Jardim da Estrela. Um roteiro perfeito para uma manhã de primavera em Lisboa!

Aqui um mapa com os jacarandás de Lisboa:

Vai aproveitar a cidade florida? Então já aproveita e confere aqui meus looks para a primavera em Portugal — porque sim, dá pra ser estilosa mesmo com variação de temperatura!

Dicas para fotografar os jacarandás

  • Melhores horários: Fotografe durante o início da manhã ou final da tarde para aproveitar a luz suave.
  • Perspectivas criativas: Experimente diferentes ângulos, como capturar as flores contra o céu azul ou enquadrar monumentos com os jacarandás ao fundo.
  • Equipamento: Utilize uma lente com boa abertura para destacar as flores e criar um efeito de desfoque no fundo.

Jacarandás em Lisboa 2025

A melhor época para ver as flores roxas em Lisboa é entre o fim de maio e o início de junho. Em 2025, os jacarandás devem começar a florir por volta de 20 de maio, mas tudo depende do clima. Se a primavera for muito quente ou chuvosa, as datas podem variar. Fique atento às previsões meteorológicas para não perder esse espetáculo!

E se quiser continuar no clima bucólico e colorido, recomendo um passeio até a Aldeia da Mata Pequena – um lugarzinho encantador pertinho de Lisboa!

Você conhece algum outro local com um jacarandá lindíssimo? Deixa um comentário para eu ir lá ver! ;)

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jacarandás em lisboa
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Perguntas frequentes sobre os jacarandás em Lisboa

Quando florescem os jacarandás em Lisboa?

Normalmente no final de maio e início de junho, mas a natureza é imprevisível! Dependendo do clima, eles podem aparecer um pouco antes ou durar até julho.

Onde ver jacarandás em Lisboa?

A cidade fica florida em vários cantos, mas meus lugares preferidos são Avenida da Liberdade, Príncipe Real, Estrela, Alvalade e Saldanha. Um verdadeiro espetáculo roxo!

Por que os jacarandás fazem tanto sucesso em Lisboa?

Porque transformam a cidade num cenário de filme! Além de lindos, eles anunciam a chegada do calorzinho e rendem fotos incríveis!

Os jacarandás florescem mais de uma vez por ano?

Às vezes sim! Já vi uma segunda floração tímida no outono. Não é tão grandiosa quanto a de primavera, mas ainda assim dá aquele charme extra.

Santos Populares de Lisboa: o guia completo para aproveitar as festas, comidas e tradições de junho

Junho é o mais mais animado em Portugal por conta dos Santos Populares de Lisboa!

O que são os santos populares de Lisboa?

Durante todo o mês de junho, Lisboa se transforma: bandeirinhas, manjericos, o cheiro de sardinha assada no ar e música pimba ecoando nos bairros mais tradicionais. É tempo de celebrar os santos populares — principalmente Santo Antônio, o padroeiro da cidade.

História das festas de santos populares

A tradição dos Santos Populares é antiga e está ligada à celebração de três santos católicos: Santo Antônio (13/06), São João (24/06) e São Pedro (29/06). Em Lisboa, Santo Antônio é o mais querido, e as festas acontecem principalmente nos bairros mais tradicionais da cidade, com foco nas celebrações populares, comida típica e muita música.

Como se celebra o dia de Santo Antônio em Lisboa

A noite de 12 para 13 de junho é o ponto alto da festa. As ruas de bairros como Alfama, Graça e Mouraria se enchem de gente, barracas, música e alegria. É tradição pular de arraial em arraial até o amanhecer.

Tradições e Superstições nos Santos de Lisboa

  • Manjerico com quadra – Um vasinho de manjericão com um poema divertido: presente clássico e símbolo da festa.
  • Casamentos de Santo Antônio – Casais se casam em cerimônia coletiva patrocinada pela cidade.
Festas de lisboa: Manjerico
O manjerico, símbolo das festas de Lisboa!

Marchas populares

Se puder, vá ver as marchas populares na Avenida da Liberdade! É um desfile com fantasias, coreografias e muita competição entre os bairros. Acontece sempre na noite de 12 de junho e é uma explosão de cultura lisboeta.

Melhores Arraiais de Lisboa

Cada bairro tem seu próprio arraial, com barracas, palcos e comidas típicas. Alguns dos mais famosos incluem:

  • Alfama – O mais tradicional, com ruas estreitas cheias de história e charme.
  • Graça – Vista linda da cidade e arraial animado.
  • Bairro Alto – Ideal para quem quer festa até de madrugada.
  • Alcântara – Onde fui surpreendida com shows incríveis como Toy e Quim Barreiros.

Dica de ouro: quer saber onde estão os principais arraiais? Dá uma olhada no site das Festas de Lisboa para ver a programação completa.

Santos Populares de Lisboa

Durante todo o mês de junho, Lisboa é tomada por bandeirinhas coloridas e manjericos. O cheiro de sardinha assada toma conta das ruas, onde moradores e turistas se divertem nas noites (supostamente) quentes. E é assim o mês inteiro: em vários pontos da cidade, pequenas e grandes festas de Santos agitam a todos!

São muitas opções de Arraiais populares, em diversos bairros, cada um com um toque especial. Em comum, todos eles tem a bebida, a excelente comida e a música “pimba”, que nada mais é do que música brega. Cafona sim, mas muito divertida!

A maioria das festas dos santos em Lisboa começam no fim do dia, são na rua e por isso a entrada é grátis. Mesmo sendo uma festa popular e muito cheia, é super seguro. No entanto, é sempre bom tomar cuidado com bolsas, celulares e carteiras, né?

Festas dos Santos Portugal

Eu fiz o vídeo na Romaria de Santo Amaro, um arraial em Alcântara, aqui perto de casa. Achei que seria uma festa tranquila e pequena, mas fui surpreendida com uma super festa com shows ótimos! No primeiro dia, Toy e depois, Quim Barreiros, a própria encarnação dos Santos Populares. Quim é responsável pelas músicas mais cafonas famosas da época: garagem da vizinha, cabritinha etc. TODAS tem duplo sentido na letra, é muito engraçado!

Comidas típicas nas festas dos santos populares

Eu amo o clima de festa que fica em Lisboa nessa época e gosto mais ainda das comidinhas! O petisco principal é a sardinha assada, servida inteira dentro de um pão. Tem também outros tipos de sanduíches: bifana (carne de porco grelhada), prego (carne de vaca grelhada), courato (que eu prefiro nem dizer o que é… rs).

Para acompanhar, uma imperial (como é chamado o chopp aqui) ou sangria. De sobremesa, dá para se esbanjar nas “Farturas” como são chamados os doces por aqui. São barracas gigantes que vendem churros, crepes, waffles… É uma verdadeira perdição!

Música nas festas: pimba com orgulho!

As festas de junho têm trilha sonora própria: música pimba! Sim, aquelas músicas com letras exageradas, pegajosas e com duplo sentido. E a gente AMA!

Não tem arraial sem Toy, Quim Barreiros, Rosinha, Emanuel e outros nomes clássicos da pimbalhada nacional. Prepare-se para cantar (e rir!) muito.

Festa de Santo Antônio em Lisboa

A grande festa acontece na noite do dia 12 de junho, véspera do dia de Santo Antonio. A cidade para, as ruas do centro histórico são tomadas por uma multidão que come, bebe e dança a noite toda. É uma verdadeira loucura, super divertido!

Santos Populares de Lisboa
Uma das ruas do centro histórico durante a noite de Santo Antônio

Nessa noite você pode escolher um único arraial para ir, mas o divertido mesmo é se perder pelas ruas e visitar várias festas. Pelo caminho, tome uma imperial (ou várias!) e coma uma bifana (ou várias!) para ter energia! rs

Eu adoro os Santos Populares, independente do dia. Mas a noite do dia 12 de junho é sempre especial, já que faço aniversário no dia de Santo Antônio e aproveito a festa para comemorar junto com a cidade toda! rs

Santos Populares em Lisboa 2025

Aqui as datas das principais festas dos santos em Lisboa este ano:

  • 16/mai a 15/jun – Arraial Terraplano de Santos
  • 23/mai – Santo António à La Time Out Lisboa
  • 26/mai a 22/jun – Praça da Alegria
  • 29/mai a 01/jun – Praça de Londres – Areeiro
  • 29/mai a 21/jun – Arraial Renovar Mouraria
  • 30/mai a 15/jun – Festas de Oeiras
  • 30/mai a 15/jun – Grande Arraial Sagres Avenidas Novas
  • 30/mai a 28/jun – Arraial de São Miguel / Alfama
  • 30/mai a 28/jun – GDE Combatentes
  • 30/mai a 15/jun – Grande Arraial de Belém
  • 30/mai a 28/jun – Arraial Santa Engrácia
  • 30/mai a 14/jun – Santos em Campolide
  • 31/mai a 12/jun – Arraial Vila Berta
  • 01/jun a 30/jun – Arraial da Misericórdia (Bairro Alto)
  • 05/jun a 13/jun – Arraial de São Vicente / Graça
  • 06/jun a 08/jun – Arraial dos Navegantes
  • 06/jun a 15/jun – Festas de Santo António de Tires
  • 07/jun a 13/jun – Arraial “A minha Penha é Linda”
  • 11/jun a 14/jun – Arraial da Ajuda
  • 12/jun a 16/jun – Arraial de Alvalade
  • 19/jun a 22/jun – O Grande Arraial de Benfica
  • 25/jun a 30/jun – Romaria Santo Amaro de Alcântara

Dicas extras para curtir os santos populares de Lisboa

  • Use sapatos confortáveis: você vai andar (e dançar!) bastante
  • Prefira transporte público: muitas ruas são fechadas e o trânsito vira caos
  • Chegue cedo nos arraiais mais famosos para conseguir mesa (se quiser sentar, claro!)
  • Leve um casaco leve: à noite costuma fazer frio mesmo no verão
  • Cuidado com seus pertences: apesar de seguro, o ambiente é muito cheio
  • Leve dinheiro em espécie: muitas barraquinhas não aceitam cartão.
Vai estar em Lisboa em junho?

Então não perca os arraiais! É a melhor época para viver a cidade como um verdadeiro lisboeta. Vai ter sardinha, dança, gritaria e muita risada. Junho em Lisboa é sinônimo de alegria!

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santos populares lisboa
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Praia da Comporta: um paraíso a 1h30 de Lisboa!

Se você está procurando uma escapada perfeita perto de Lisboa, a Praia da Comporta é o destino ideal. Com suas dunas preservadas, mar azul-turquesa e vibe tranquila, é fácil entender por que até a Madonna se apaixonou por este lugar.​

Clique aqui para assistir ao vídeo

Como chegar à praia da Comporta

Praia da Comporta fica a aproximadamente 1h30 de carro de Lisboa, tornando-se uma excelente opção para um bate-volta. A estrada é tranquila, e para adicionar um charme extra à viagem, você pode pegar o ferry em Setúbal e atravessar para Tróia. Mas atenção: o ferry pode ser caro, então planeje-se!​

Dicas úteis: estacionamento e comodidades

A Praia da Comporta oferece uma excelente infraestrutura:

  • Estacionamento: tem um bem grande no acesso à praia. ​Quando fui, era gratuito, mas durante o verão pode ser pago e lotar rapidamente. Minha dica de ouro: chegue cedo para garantir seu lugar ao sol (e ao estacionamento).​
  • Restaurantes: Três opções pé na areia servem desde lanches rápidos até refeições completas com peixinho grelhado e drinks refrescantes.
  • Aluguel de cadeiras e guarda-sóis: Disponíveis durante o verão, mas você também pode levar os seus para economizar.​
  • Banheiros e chuveiros Públicos: Perfeitos para se refrescar antes de voltar para casa.​

Eu, particularmente, gosto de levar minha própria marmita e vinho para fazer um piquenique com vista para o mar.​

O que fazer na Comporta

Além de relaxar na praia, há outras atividades imperdíveis:

  • Cais Palafítico da Carrasqueira: A poucos minutos de carro da praia, este é o único cais palafítico da Europa. Com suas estruturas de madeira tortas e bonecas penduradas, parece cenário de filme do Tim Burton!​

  • Passeios à cavalo: explore a bela costa igualzinho a Madonna, cavalgando!
  • Degustação de vinhos: localizada no Alentejo, não faltam vinícolas próximas à Praia da Comporta. Vale visitar alguma vinícola e se deliciar com os vinhos locais!

Veja e reserve aqui todas as experiências na Comporta!

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Quando visitar a Comporta

A melhor época para visitar a Praia da Comporta é entre maio e setembro, quando o clima está mais quente e está tudo funcionando. No entanto, se você prefere evitar muita gente, considere ir durante a primavera ou o início do outono.​

Eu fui no meio de Abril (primavera) e estava ótimo: calor e praia quase vazia! Independentemente de quando você for, o mar vai estar gelado, então… rs

Onde ficar na praia da Comporta

Se decidir prolongar sua estadia, há diversas opções de hospedagem na região, desde hotéis boutique até casas de campo charmosas. Algumas sugestões incluem:​

  • Sublime Comporta: Um hotel de luxo com design moderno e todo conforto e paz que você pode querer!​
  • Quinta da Comporta: Um resort com spa com uma piscina de tirar o fôlego com vista para os arrozais.​

Veja aqui todas as opções de alojamento na Comporta.

Praia da Comporta é um verdadeiro tesouro escondido em Portugal. Com sua beleza natural, infraestrutura de qualidade e atmosfera tranquila, é o lugar perfeito para relaxar e recarregar as energias!

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O que fazer em Alcácer do Sal: roteiro mágico inspirado em Harry Potter!

Se Hogwarts tivesse uma versão portuguesa, com certeza ficaria em Alcácer do Sal! Uma das cidades mais antigas da Europa, com castelo, torres, doces encantados e até um “Dumbledore local”, Alcácer é o destino perfeito para quem ama história com uma pitada de magia.

E como eu me hospedei no House of Magic, um apartamento totalmente inspirado no mundo bruxo, resolvi montar esse roteiro Alcácer do Sal temático. Prepare a sua varinha e vem comigo nesse passeio mágico por Alcácer do Sal! 🧙‍♀️✨

O que fazer em Alcácer do Sal

Mais antiga que Hogwarts! Pesquisas arqueológicas pontam que a região de Alcácer do Sal é ocupada há mais de 40 mil anos!!! Será que foi aqui que os primeiros bruxos portugueses começaram a praticar magia?

Um dos principais pontos turísticos de Alcácer do Sal é justamente seu castelo milenar, que carrega toda essa energia histórica e mística. Você pode saber mais sobre a história da cidade no site oficial da câmara.


☕ Comece o dia no House of Magic

Acordar nesse lugar já é mágico! A decoração temática, a lareira e a luz suave da manhã me fizeram sentir em um dormitório de Hogwarts!

Cada detalhe é pensado para você se transportar para o mundo mágico: poltronas confortáveis, quadros dos professores, velas flutuantes, varinhas mágicas, um cantinho dedicado às poções, uma mini estufa com mandrágoras…

Tem até um quarto que é a própria plataforma 9 ¾, com teto mágico e um sofá perfeito para relaxar!

Além disso, oferece diversas comodidades indispensáveis para os não-bruxos: cafeteira, frigobar, utensílios de cozinha, wi-fi, TV. Basta aparatar por lá e aproveitar, sem se preocupar com mais nada!


🏰 Castelo de Alcácer do Sal

Se existisse uma escola de magia portuguesa, certeza que seria no Castelo de Alcácer do Sal. Dizem que os mouros usavam feitiços para proteger o castelo… será?

Hoje em dia o castelo funciona como um hotel para muggles (aqueles que não são mágicos), mas quando fui estava fechado. Só havia uma placa dizendo que a visita para não hóspedes custava 2€.

Por ali também é possível visitar a Cripta Arqueológica (3€) e a Igreja Matriz (2€, só abre de terça à sábado das 10 às 12h30). Confesso que achei todas essas cobranças bem abusivas (não parece que tenha tanto para ver!) e não paguei para visitar nada!


🧹 Baloiço da Nimbus 2000

Mas o melhor é de graça: o Baloiço “Alcácer velhinha, vaidosa rainha do arroz e do sal” tem uma das melhores vistas da cidade. Me senti voando em uma nimbus 2000, igual Harry Potter no treino de Quadribol!


🕰️ Torre do Relógio

Assim como Hogwarts, o castelo de Alcacer do Sal também tem uma torre do relógio. Que não tem relógio, mas o mundo bruxo funciona de uma maneira diferente, né?!


⛪ Igreja de Santo António e Capela das Onze Mil Virgens

Por fora, parece uma igreja simples. Por dentro… WOW! A Capela das Onze Mil Virgens é uma joia da arquitetura renascentista portuguesa, esculpida em mármore branco. O destaque? Uma cúpula feita de jaspe translúcido que deixa o sol entrar, como se fossem feitiços de luz.

Para visitar esta igreja, é necessário marcar antes. Eu fui na Igreja de Santiago e falei com uma senhora que estava trabalhando ali. Ela foi super simpática e ligou para uma outra senhora que mora em frente à igreja. Ela não só abriu a porta da igreja para eu visitar, como me deu todo um tour sobre o local. Fofa demais!


🧿 Igreja de Santiago + Azulejos – os quadros falantes portugueses

A Igreja de Santiago é toda coberta pelos tradicionais azulejos portugueses, em tons de azul e branco. Se Hogwarts fosse em Portugal, certeza que os quadros seriam azulejos falantes comentando a vida dos alunos!


👨‍🏫 Pedro Nunes – o Dumbledore de Portugal?

Caminhando pela cidade, você encontra a estátua de Pedro Nunes, matemático, astrônomo, inventor e conselheiro de reis. Diz se não parece o Dumbledore observando tudo? Até hoje ele fica ali no centro da cidade, protegendo a ponte metálica de futuros ataques de dementadores!

Ali na praça você ainda pode visitar o museu (entrada gratuita) que fica no antigo Convento de Santo António e tem uma pequena exposição com peças arqueológicas e arte sacra.


🍬 A magia da Pinhoada

Não deixe de provar a Pinhoada, o doce típico de Alcácer feito com pinhão e mel. Sério: é uma explosão de sabor que nem os Feijõezinhos de Todos os Sabores superam!

Comprei um pacote com 6 unidades por 7€ na loja de artesanato que fica bem ao lado do posto de turismo.


🏞️ Rio Sado – será que tem sereianos?

Caminhe pelas margens do Rio Sado e sinta a paz desse lugar. A água tranquila, as árvores, os barcos… é um cenário realmente mágico!

Enquanto caminha pelas margens do rio Sado, pare e observe com atenção… Será que aquelas ondas suaves escondem sereianos ou criaturas mágicas ainda não catalogadas pelo Newt Scamander?

⛵️ Galeões de Sal

Dizem que esses barcos típicos eram usados antigamente para transportar sal, mas acho que eles transportavam os alunos do primeiro ano da escola de bruxaria portuguesa…

Atualmente eles ficam ancorados e só navegam em ocasiões especiais.

🍽️ Onde comer em Alcácer do Sal

A gastronomia alentejana não deixa nada a dever para os banquetes de Hogwarts! A especialidade ali são iguarias marinhas encantadas, como peixes e frutos do mar, mas você encontra de tudo.

Mas, confesso que achei os restaurantes em Alcácer do Sal um pouco caros. Os preços eram sempre entre os 15€ e 20€ por prato e não comi nada de tão delicioso assim. Talvez os pratos de peixe e mariscos sejam melhores, mas como eu não como isso, acabei “sofrendo”… rs

Aqui foi onde comi em Alcácer do Sal:

  • A Papinha: Restaurante típico alentejano, pedi um bife que não tinha nada de especial.Custou 15€ e eles só aceitam dinheiro.
  • Social – Vinhos & Petiscos: um local super charmoso que, como o nome diz, é especializado em vinhos e petiscos. Pão, azeitonas, pica pau (carne de vaca em pedaços) e uma taça de vinho custaram 15€.
  • Pizzaria Sal no Rio: pizzas e pratos italianos. A pizza estava apenas ok, nada de especial. Paguei 16,50€ por uma pizza e uma taça de vinho.
  • Intermarché: o supermercado tem uma área de take away com comida por quilo. Comi super bem por apenas 6,50€.
  • Gelataria do Largo: sorvete bem bom por 2,50€. Também tem lanches rápidos e bebidas. Ótimo para aproveitar o fim de tarde!

Dicas extras de turismo em Alcácer do Sal e arredores

🏘️ Santa Susana – Hogsmeade alentejana

A aldeia de Santa Susana, com casinhas brancas e detalhes em azul, parece cenário de filme. Não tem absolutamente nada para fazer ali, só admirar as casas mesmo. Certeza que essa aldeia típica alentejana seria a Hogsmeade portuguesa!

🌊 Praia da Comporta

Considerada uma das praias mais bonitas de Portugal, a Praia da Comporta é bem grande e com um mar azul e lindo (mas gelaaaado!). Tem estacionamento e vários restaurantes, dá para passar o dia ali relaxando.

Aposto que Dobby diria “Que lindo lugar para estar com os amigos”! 

praia da comporta portugal

🛶 Cais Palafitíco da Carrasqueira

A poucos minutos de carro de Alcácer do Sal, você encontra o único cais palafítico da Europa.  As construções em madeira parecem flutuar, é mágico e um pouquinho assustador também! Será que isso foi obra daquele que não deve ser nomeado?!


Turismo em Alcácer do Sal: informações práticas

  • Como chegar: você pode chegar voando ou pela rede flu, mas de carro é mais prático. Fica a apenas 1h de Lisboa. Estacionamento gratuito está disponível por toda a cidade e vale a pena caminhar para explorar o local.
  • Onde se hospedar: se quiser viver uma experiência mágica, se hospede na House of Magic, clique aqui e faça a sua reserva. Mas não faltam alojamento em Alcácer do Sal, para todos os gostos e bolsos. Clique aqui e veja todas as opções!
  • Melhor época para visitar: Primavera ou outono, quando o clima está perfeito para explorar sem virar sapo derretido. O calor no Alentejo não é para os fracos! rs

Agora que você já sabe o que fazer em Alcácer do Sal, que tal programar a sua viagem mágica?

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O que fazer na Ilha do Sal, Cabo Verde: minha semana cheia de aventuras e praias incríveis!

A ideia era passar uma semana só relaxando na Ilha do Sal, em Cabo Verde. Praia, sol, uma cervejinha gelada… Mas logo percebi que essa ilha tem muito mais a oferecer! Foram dias cheios de experiências únicas, paisagens incríveis e muita diversão.

Clique aqui para assistir ao vídeo

Hoje vou te contar tudo o que fiz por lá para te inspirar a montar seu roteiro e descobrir o que ver e fazer na Ilha do Sal.


Dia 1: Chegada a Santa Maria

Chegar na Ilha do Sal exige paciência: fiquei 2h na fila do aeroporto para pagar uma taxa que não consegui online porque dava erro. Peguei o transfer (reserve aqui) e fui direto para meu hotel, são apenas 15 minutos de carro.

Me hospedei no Porto Antigo Hotel, em Santa Maria, que tem uma localização ótima, piscina e acesso direto à praia. Almocei no Cape Fruit, e como estava nublado e ventando, fui caminhar pela cidade.

Conheci o famoso Pontão e já aproveitei para tomar uma caipirinha no Beach Bar Olá Brasil. Me assustei um pouco com os preços nos mercados locais (fica a dica: leve snacks na mala!), jantei no Café Criolo e fui dormir cedo para começar as aventuras no dia seguinte.


Dia 2: Catamarã, espumante e minha primeira decepção com a GoPro 😅

Meu primeiro passeio oficial foi um passeio de catamarã saindo de Palmeira. Começou com espumante na recepção (amei!) e seguiu com cerveja local, muito sol e snorkeling. Só que, claro, minha GoPro resolveu parar de funcionar bem na hora de mergulhar… Aproveitei do mesmo jeito com um leve almoço à bordo, dança e mais cerveja! rs

De volta ao hotel, terminei o dia relaxando na praia e jantando um crepe com sorvete na Giramondo.


Dia 3: Quadriciclo no deserto, piscinas naturais e… tubarões! 😱

Dirigir um quadriciclo pelo deserto da Ilha do Sal foi uma das experiências mais incríveis da viagem! Comecei pilotando, mas logo desisti: o dedão do acelerador doía demais. Acabei virando passageira do guia, e sinceramente, foi ótimo para aproveitar a paisagem!

Visitamos piscinas naturais, tiramos fotos divertidas na miragem Fata Morgana, vimos as salinas que ficam dentro de um vulcão extinto… O dia terminou na Shark Bay, onde andei com tubarões filhotes entre minhas pernas (sim, eles nadam ali livres e bem perto!). No horizonte, dava para ver as mamães tubarões só de olho! rs

Para ver os tubarões na Shark Bay, você tem que caminhar nas pedras então tem que ter um calçado especial. Usei minhas alpargatas, mas tem crocs para alugar por 3€ (um preço abusivo!). No mar, com água nos joelhos, o guia “chama” os tubarões com uma isca, mas nem era preciso: eles ficam por ali naturalmente. Importante dizer que ninguém alimenta os tubarões e é proibido encostar neles,  mas eles não tem problema nenhum em encostar em você! 

Cansada das aventuras da manhã e sem sol suficiente para ir para praia, fiquei descansando no hotel. No fim do dia, caminhei até a o Cemitério das Conchas: montanhas e montanhas de conchas quebradas pelos pescadores e descartadas ali. 

Fechei o dia com um bitoque maravilhoso, baratinho e com a companhia de um cão de guarda no Camará Camará. E às 21h já tava desmaiando…


Dia 4: Batismo de mergulho e uma tartaruga digna da Disney 🐢

Sempre quis fazer mergulho, mas morria de medo. Na Ilha do Sal, encarei o batismo de mergulho com toda a coragem que consegui reunir. Pela manhã, teoria, treino na piscina e… pânico!

Mas fui mesmo assim. E valeu muito a pena! Vi peixes coloridos, arraias escondidas e uma tartaruga GIGANTE nadando toda plena. Foi mágico! Voltei me sentindo a própria Pequena Sereia. Porque esse negócio de respirar debaixo d’água vai contra tudo que a natureza me ensinou!

Pausa para um almoço reforçado no Flor d’Sal e voltei para a base morrendo de medo, mas o incentivo da equipe me fez encarar o medo e ir do mesmo jeito. E valeu muito a pena!

Passei o mergulho todo de mão dada com o instrutor, porque sou corajosa, mas não tanto.
Dois segundos solta e eu já saía boiando descontrolada igual um peixe fora d’água! hahaha

Vi peixes coloridos, arraias escondidas e uma tartaruga GIGANTE nadando toda plena. Sério, parecia que ela tinha saído direto de um filme da Disney. A sensação de estar debaixo d’água, vendo aquele mundo silencioso e mágico, foi uma das mais incríveis que já vivi. Voltei leve, feliz e com a certeza de que quero mergulhar mais vezes na vida!

Voltei para o hotel no fim do dia, tomei uma cerveja comemorativa na piscina e à noite jantei no Kaya. Estava exausta e queria dormir cedo (de novo)! rs


Dia 5: Tour pela Ilha do Sal — as atrações imperdíveis 🌋

Neste dia, fiz o passeio clássico pela Ilha do Sal e conheci as principais atrações:

  • Buracona e a atração mais famosa da ilha, Olho Azul
  • Miragem no deserto, também chamada de Fata Morgana
  • Almoço em Palmeira (atenção: o restaurante só aceitava dinheiro!)
  • Shark Bay (sim, fui de novo porque nunca vou me cansar de ter os tubarões nadando entre meus pés!)
  • Salinas de Pedra de Lume: dentro da cratera de um vulcão extinto, com água tão salgada que é impossível afundar! A entrada custa 6€.

Foi um dia intenso e maravilhoso, perfeito pra quem quer ver o melhor da Ilha do Sal em pouco tempo.

Mas atenção: escolha bem a empresa! Muitas usam veículos 4×4 onde você vai o dia todo na caçamba, no sol e sem conforto nenhum. Eu fiz o tour com a Sodade Tour, que usa vans confortáveis com ar-condicionado. Depois de tantos dias intensos, fiquei muito feliz de estar curtindo tudo sentada, sem me cansar, e ainda aproveitando as paisagens com tranquilidade!

À noite, jantei novamente no Flor d’Sal, que aos domingos em música ao vivo.

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Dia 6: Snorkeling com tartarugas e navio naufragado 🐠

Mais um dia na água! Fiz um passeio de snorkeling e vi muitos peixinhos coloridos, uma tartaruga tímida que fugiu da câmera e até um navio afundado — parecia cenário de filme!

Almocei de novo no Flor d’Sal: era do lado do meu hotel, a comida era ótima e os preços justos (prato do dia por 5€). Passei a tarde relaxando na praia e no fim do dia fui dar uma volta por Santa Maria. Queria um doce, comprei um bolo na Simply Devine que era tão grande que foi o meu jantar! rs


Dia 7: Último dia com drone rebelde e treino com vista 🏖️

No meu último dia, dormi até mais tarde (milagre!) e tomei café na varanda da minha casa com vista para o mar. Passei o dia na praia em frente ao Porto Antigo Residence — ela é protegida do vento, super calma e cheia de peixinhos no mar. E o melhor: não é uma praia privada, então mesmo quem não está hospedado no hotel pode aproveitar.

Meu plano era relaxar… até que decidi voar o drone. Ele subiu, olhou o horizonte e decidiu: “sou livre!”. Adeus, drone! Pelo menos as imagens dos dias anteriores estavam salvas. À tarde, fiz meus exercícios com vista para o mar e me despedi do doguinho mais fofo da ilha, o Fuzileiro.

Pra fechar com chave de ouro, jantei no restaurante Marea, que fica ali mesmo em Santa Maria. A comida é incrível, e é super concorrido — tem que reservar com antecedência, porque vive lotado. Foi o encerramento perfeito para essa viagem!


Onde comer na Ilha do Sal 🍽️

Eu realmente achei que os restaurantes na Ilha do Sal fossem mais baratos, mas logo percebi o motivo: fui em restaurantes na rua principal de Santa Maria. Para economizar na alimentação e comer melhor, basta procurar por restaurantes fora da rua principal.

Aqui aqui uma lista de onde comer e beber na Ilha do Sal: 

  • Flor d’Sal – muitas opções de pratos locais e em alguns dias tem churrasco e música ao vivo. O prato do dia, na hora do almoço, custa 5€. E justamente por isso comi várias vezes lá! 
  • Cape Fruit – refeições vegan, saladas, bows e smoothies, tudo delicioso! Só funciona até às 16h e o prato do dia custa 5€. 
  • Camará Camará – frequentado pelos locais, tem muitas opções de pratos super acessíveis. 
  • Kaya – uma ótima opção com várias opções de pratos a preços justos e ambiente agradável. 
  • Marea – de longe, a melhor refeição da viagem! Fui lá só no último dia, mas se soubesse que era tão bom, teria ido mais vezes! Cozinha italiana de verdade com toques modernos de chef. Paguei 25€ pelo couvert, pasta, vinho da casa, água, entradas e sobremesas (que foram ofertas). É imprescindível reservar com antecedência. 
  • Café Criolo – fica na rua principal então achei caro e a comida não tinha nada de especial. 
  • Club Palmeirão Restaurante – parei nesse durante o tour pela Ilha quando passamos em Palmeira. Como era domingo, não haviam outras opções. A comida era boa, mas o preço era para turista (12€ o prato de atum). Só aceitam dinheiro. Outra opção em Palmeira que me falaram que é muito boa é o Gata Fish. 
  • Giramondo – tem sorvetes, crepes e alguns salgados, bem gostoso. 
  • Simply Devine – famosa pelos sorvetes, mas optei pelo bolo de chocolate (3€) que além de ser gigante, era delicioso. 
  • Olá Brasil Beach Bar – um bar pé na areia que serve caipirinhas (5€) de muitos sabores. É bom, mas nada de super especial! 

Compras na Ilha do Sal 🛍️

Não espero shoppings, mas algumas lojas pequenas e barracas de artesanato. Aqui o que mais vi para vender por lá: 

  • esculturas em pedra (3€ as pequenas) 
  • artesanato feito com conchas (5€ o colar) 
  • pinturas com areia (5€ as pequenas)
  • Quadros (lindos, mas impraticáveis para trazer no avião)
  • Roupas sob medida: em várias lojas você pode escolher o tecido (geralmente africano, com estampas chamativas) e eles fazem a peça que você quiser. O preço varia conforme a peça, mas começa nos 30€. 
  • bijuterias de conchas e outros materiais 

Em todo lado, você vai achar itens típicos de outros países da África, como esculturas em madeira. Na rua principal você vai achar várias lojas com roupas e peças menos artesanais, mas é tudo caro e sem nada de especial. 

Existem também loja de chineses em Santa Maria, mas eu realmente aconselho que você faça suas compras dos locais, evitando peças fabricadas em outro país, para estimular a economia e ajudar a população. 

O que fazer na Ilha do Sal: vale a pena?

Vale MUITO! A Ilha do Sal é perfeita para quem quer combinar descanso com aventuras. Tem praia, tem deserto, tem tubarão, tem tartaruga, tem mergulho e tem gente maravilhosa!

Se você está planejando sua viagem para Cabo Verde e quer saber o que ver e fazer na Ilha do Sal, espero que esse relato ajude a montar o seu roteiro dos sonhos.

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Quanto custa viajar para Roma? Preços e dicas para economizar!

Viajar para Roma é um sonho, mas a realidade é que é bom estar preparado para os gastos. Acabei de voltar de lá e vou compartilhar com vocês quanto custa viajar para Roma e passar 4 dias explorando essa cidade incrível! Vou contar tudo: desde passagens aéreas baratinhas até aquele gelato no meio da tarde. Vem comigo!

Clique aqui para assistir ao vídeo

Como economizar em Roma

Se você quer aproveitar Roma sem gastar uma fortuna, aqui vão algumas dicas valiosas:

1. Viaje na baixa temporada

Os meses de outubro a março costumam ter preços mais baixos em passagens e hospedagem, além de menos turistas nos pontos turísticos.

2. Planeje sua viagem à Roma com antecedência

Tente se planejar com o máximo de antecedência possível, assim você garante preços mais baixos e não corre o risco de ficar sem ingresso para algum lugar que queira muito visitar. Os ingressos para o Coliseu e Museu do Vaticano costumam esgotar muito rápido!

3. Use transporte público

O metrô e os ônibus são ótimas opções para se locomover. Cada bilhete custa apenas 1,50€ e é válido por 90 minutos. Você nem precisa parar na bilheteria: pode usar o contactless direto no celular / cartão! Se for usar bastante, considere comprar um bilhete de 24h, 48h ou 72h, que oferece viagens ilimitadas e sai mais barato do que comprar bilhetes avulsos.

4. Reabasteça sua garrafa de água nas fontes públicas

Roma tem diversas fontes de água potável espalhadas pela cidade, algumas tem até água com gás! Leve uma garrafinha reutilizável e encha sempre que necessário, evitando gastar dinheiro com garrafas plásticas.

5. Evite taxas de serviço em restaurantes

Muitos restaurantes cobram um “coperto” (taxa de serviço) de 2€ a 4€ por pessoa. Para evitar esse custo, procure estabelecimentos que vendem comida para viagem e coma em um parque ou praça.

6. Coma em Tavola Calda ou Mercados

As Tavola Calda são locais que servem comida caseira a preços acessíveis. Além disso, mercados como o Mercato di Testaccio oferecem sanduíches e queijos deliciosos a preços bem mais baixos do que restaurantes turísticos. Descubra aqui diversos restaurantes para comer em Roma com até 10€!

7. Dê um passeio nos mercados

Passe no mercado para comprar alguns snacks e/ou café da manhã. A Itália tem muitas coisas deliciosas e você pode fazer sanduíches incríveis comprando queijos, embutidos, pães e vinho (claro!) diretamente no mercado.

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Visitar a Fontana de Trevi é de graça!

8. Prefira atrações gratuitas em Roma

Roma tem muitas atrações incríveis de graça! Igrejas, praças históricas, fontes e até alguns museus são gratuitos em determinados dias.

9. Cartão Turístico

Se pretende visitar muitos museus e atrações pagas, vale a pena comprar um cartão turístico da cidade. Muitos tem transporte público e entrada ou desconto nas principais atrações de Roma. Veja aqui todas as opções de cartão turístico de Roma e escolha a melhor para você!


Quanto custa uma viagem para Roma?

Como fui para Roma a trabalho, acabei optando por gastar um pouco mais para ter mais conforto. Poderia ter economizado bastante, mas escolhi investir em comodidade para aproveitar melhor a viagem.

Passagens Aéreas

Quando se trata de voar para Roma, as companhias aéreas low-cost são uma mão na roda! Eu peguei voos pela Ryanair (40€) e Wizz Air (80€), só com item pessoal (sim, economizar na mala faz parte!). Vale ficar de olho nas promoções e nas regras de bagagem para não cair em cilada e ter que pagar mais lá na hora. Inclusive já mostrei o que levei na mochila e os looks que usei em Roma.


Hospedagem em Roma

Ficar bem hospedada em Roma sem gastar um rim é possível, mas tem que garimpar! Eu escolhi um quarto individual privativo com banheiro por 300€ para quatro noites (ou seja, 75€ por noite). Não é o mais barato do mundo, mas considerando que tinha banheiro privativo e uma boa localização, achei justo. Você pode reservar o hotel que fiquei clicando aqui ou pesquisar outras opções através deste link.


Alimentação em Roma

Ah, comer em Roma é uma experiência à parte! Eu não podia perder a chance de provar tudo, então anota aí alguns gastos para matar a curiosidade (e a fome):

  • Tavola Calda Ruberto: 8,50€ (ótima opção econômica)
  • Jantar na Hostaria Dino e Tony: 24€ (vale cada centavo)
  • Pasta no Pastificio Guerra: 5€ (imperdível, sempre vou lá quando estou em Roma!)
  • Pinsa ‘mpò: 6,50€ (a pinsa é uma pizza tradicional Romana, deliciosa!)
  • Pizza ao pedaço Bona: 12€, incluindo uma Coca-Cola
  • Panino de mortadela na Pane e Salame: 6€
  • Sanduíche de porchetta em Frascati: 5€ (típico e delicioso!)
  • Almoço no aeroporto Doppio Malto: 27,50€ (cara, mas necessário e bem gostoso)
  • Gelato: 3€ (preço médio em todas as gelaterias)
  • Picolé do Coliseu no Luciano’s: 5€ (vale a fama!)
  • Tiramisù na Pompi: 5€ (obrigatório provar o doce mais típico de Roma e a ali tem vários sabores diferentes!)

Se você souber onde ir, dá para comer muito bem em Roma pagando muito barato. O ideal é fazer um balanço entre lanches rápidos e refeições em restaurantes, assim você consegue gastar uma média de 20€ a 30€ por dia com comida.

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Pastificio Guerra: pasta por 5€

Transporte em Roma

Se deslocar em Roma não é difícil, mas é bom planejar. Cada bilhete de transporte público custa 1,50€ (válido por 100 minutos). Também usei serviços de transfer, que são bem mais caros, óbvio!

O transfer do aeroporto custou 35€, mas me deixou diretamente na porta do meu hotel. Se quiser economizar, você pode pegar ônibus e trem para ir e vir do aeroporto de Roma. Aqui tem todas as opções de transfer do aeroporto de Roma.

O dia que passei com um motorista particular com a Daytrip custou 270€, mas tive direito a um dia inteiro passeando pelos arredores de Roma, sem me preocupar com a mala e com todo conforto!

Ah, e para passear com vista, apostei no ônibus hop-on hop-off (27€).


Preços das atrações turísticas em Roma

Roma tem muuuita coisa grátis, mas também tem aqueles lugares que não dá para não pagar. Isso foi o que visitei nessa minha última viagem:

preços roma
Foto @Solefotoitalia

Resumo dos gastos: quanto custa viajar para Roma?

No total, esta minha viagem de 4 dias para Roma ficou na faixa de 1.000€ a 1.200€, incluindo tudo: voo, hospedagem, comida, transporte e passeios. Lembrando que eu não quis economizar nessa viagem!

Dá para gastar menos? Claro! Mas também dá para gastar muito mais se não planejar direitinho!

Espero que minhas dicas te ajudem a montar seu roteiro por Roma sem surtar com os preços. Deixa nos comentários se você já foi e se acha que esses valores estão dentro do esperado! 😊

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Roma em 4 dias: um roteiro diferente!

Roma é um dos destinos mais visitados do mundo, e não faltam roteiros tradicionais pela capital italiana. Mas e se você já conhece os principais pontos turísticos e quer aproveitar a cidade de uma forma diferente e mais tranquila?

Clique aqui para assistir ao vídeo

Neste artigo, vou compartilhar minha experiência de 4 dias em Roma, com dicas de passeios menos óbvios e sugestões para quem já esteve na cidade antes. Vamos explorar Roma sem pressa, com muita comida boa e aproveitando a cidade como um local!

Roteiro de 4 dias em Roma

Cheguei em Roma no final do dia e fui direto deixar as malas no hotel. Dessa vez me hospedei em Prati, um bairro mais local bem ao lado do Vaticano. Fiquei em um quarto privativo no B-Cool e gostei bastante!

Como já conheço bem a cidade, preferi começar a viagem com um jantar tranquilo. Escolhi um restaurante típico (Hostaria Dino e Tony) e fui na tradicional (e deliciosa) alcachofra romana e uma deliciosa carbonara. Sem pressa, apenas curtindo o clima da cidade.

Dia 1: Explorando a cidade de um jeito diferente

A melhor maneira de revisitar Roma com calma é usar o ônibus hop on hop off. Mesmo depois de várias visitas, não consigo evitar a emoção ao ver o Coliseu! Aproveitei para tirar fotos incríveis com a Sol, fotógrafa que mora na cidade e com quem já havia feito uma sessão de fotos em Roma.

Depois, segui para a Piazza di Spagna, onde almocei no famoso Pastificio Guerra que vende pasta por 5€. A tarde foi dedicada ao trabalho no hotel e, no fim do dia, aproveitei o pôr do sol no Pincio. Para finalizar, uma caminhada tranquila até a Fontana di Trevi à noite, quando estava bem mais vazia e sem fila!

Dia 2: Chuva e arte

Com a manhã chuvosa, aproveitei para descansar e trabalhar no hotel. O almoço foi numa típica tavola calda (Ruberto), onde me esbanjei com mais um prato de pasta!

Segui para o Vaticano para visitar a incrível Basílica de São Pedro (entrada gratuita) e rever La Pietá, obra prima de Michelangelo. No fim da tarde, segui para o Castel Sant’Angelo que tem uma vista linda da cidade que fica ainda mais bonita durante o pôr do sol.

Fui caminhando com calma de volta para o hotel e parei para comprar uma pinsa (uma pizza tradicional de Roma) no Pinsa ‘mpò.

Dia 3: Arte e gastronomia

Minha ideia era revisitar o Museu da Villa Borghese, mas claro que não havia mais ingressos… Dei um passeio pelos Jardins da Villa Borghese, e depois segui para o centro histórico de Roma.

A primeira parada foi na igreja que ficou famosa por conta do espelho virado para o teto (Chiesa di Sant’Ignazio di Loyola). Mas fica a dica: não vale a pena ficar mais de uma hora na fila, você pode tirar uma foto ainda melhor (e sem pagar) apenas colocando seu celular no chão. 

Parei para tomar um picolé em formato de Coliseu no Luciano’s e continuei a peregrinação! A Chiesa S. Luigi de’ Francesi tem obras de Caravaggio, já a Chiesa di Santa Maria della Pace tem um afresco de Rafaello. 

Basilica di Sant’Andrea della Valle: mais uma igreja com espelhos, mas sem fila e de graça! Descobri essa por acaso, já que sempre entro nas igrejas italianas porque elas nunca decepcionam, são todas lindas! 

Segui para o Trastevere para participar de um workshop de pasta com a Eating Europe, aprendendo a fazer massas típicas. À noite, a chuva acabou atrapalhando os planos de explorar Trastevere.

Dia 4: Day Trip a partir de Roma

No último dia, aproveitei para conhecer os arredores de Roma e para isso peguei um motorista particular com a Daytrip. Frascati foi a primeira parada, onde experimentei um sanduíche de porchetta tradicional.

Depois, segui para Ostia Antica, um sítio arqueológico incrível e pouco explorado. Fiz o tour de carrinho de golfe para otimizar o tempo e explorei a área a pé antes de seguir para o aeroporto.

2, 3 e 4 dias em Roma: roteiro clássico

Para quem está visitando Roma pela primeira vez, recomendo esse roteiro de viagem, que reúne as principais atrações da capital da Itália:

Você pode adaptar esse roteiro conforme a duração da sua viagem e também aos seus interesses, claro. Roma tem tanto para ver que fica difícil colocar tudo em poucos dias!

Dicas extras para sua viagem para Roma

Roma: a cidade eterna

Visitar Roma pela segunda ou terceira vez pode ser uma experiência incrível se você escolher um ritmo mais calmo e atrações menos convencionais. Aproveite para redescobrir a cidade sem pressa e curta cada detalhe que só quem explora com calma consegue ver!

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4 dias em roma
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8 Dicas para ver a Aurora Boreal na Islândia (e o que ninguém te conta!)

Ver a aurora boreal na Islândia é um dos maiores sonhos de viajantes apaixonados por fenômenos naturais. Mas será que as imagens que vemos nas redes sociais são reais? Como aumentar as chances de testemunhar esse espetáculo ao vivo? E como fotografar a aurora boreal com o celular?

Clique aqui para assistir ao vídeo

Neste artigo, compartilho minha experiência pessoal tentando ver a aurora boreal (pela segunda vez!) e dou dicas essenciais para quem quer se aventurar na Islândia atrás desse fenômeno.

O que é a Aurora Boreal?

A aurora boreal é um fenômeno natural que ocorre quando partículas solares colidem com a atmosfera terrestre, criando luzes coloridas no céu. A cor mais comum é a verde, mas a aurora boreal também pode ser roxa, rosa, vermelha, azul e tudo misturado!

Melhor época para ver a Aurora Boreal na Islândia

A melhor época para ver a aurora boreal na Islândia é entre setembro e abril, quando as noites são mais longas. Dentro desse período, os meses de inverno (dezembro, janeiro e fevereiro) costumam ter céus mais escuros, ideais para observação.

Mas se prepare: o clima nessa época na Islândia é muito cruel, com ventos violentos, muita neve, chuva e temperaturas congelantes!

A realidade por trás das imagens

Você já deve ter visto fotos incríveis da aurora boreal, com cores vibrantes iluminando o céu. Mas a verdade é que, a olho nu, a aurora pode ser muito mais fraca do que imaginamos.

As câmeras fotográficas conseguem captar muito mais luz do que nossos olhos, por isso as imagens ficam tão intensas. Em minha experiência caçando aurora boreal na Lapônia e agora na Islândia, percebi que, sem a ajuda da câmera, a aurora boreal era quase invisível para mim.

Nunca é garantido ver a Aurora Boreal!

Por mais que a Islândia seja um dos melhores lugares do mundo para ver a aurora boreal, nunca há garantias. A visibilidade depende de vários fatores, como:

  • Atividade solar
  • Céu limpo (sem nuvens)
  • Pouca poluição luminosa
  • Lua cheia (é bom evitar, pois a luz da lua pode “apagar” a aurora boreal)

Infelizmente, na minha caça à aurora boreal na Islândia, mais uma vez só consegui ver algo através da câmera do celular. Quando olhava diretamente para o céu, não via nada…

Mas, mesmo sem ver aurora boreal, sair para caçá-la é sempre especial: as paisagens noturnas são lindas e o céu, um espetáculo por si só!

Melhor forma de ver a Aurora Boreal: tour ou por conta própria?

Se você realmente quer aumentar as chances de ver a aurora boreal na Islândia, recomendo fortemente fazer um tour guiado. Os guias:

  • Conhecem os melhores locais de observação
  • Têm comunicação com outros guias para rastrear a aurora
  • Sabem interpretar as previsões meteorológicas
  • Te ajudam a fotografar a aurora boreal

Por outro lado, se você quiser tentar sozinho, pode usar aplicativos como:

  • My Aurora Forecast & Alerts
  • Aurora Alerts
  • Northern Lights Forecast

Mas aviso: encontrar a aurora sem ajuda profissional vai ser muito mais difícil. Nós não entendemos bem os gráficos e números dos aplicativos e também não conhecemos a região. Assim é bem mais difícil saber para onde dirigir e estacionar. Fora que dirigir na Islândia é realmente perigoso, ainda mais à noite.

Eu realmente acho que vale investir em um tour, já que você vai aumentar consideravelmente suas chances e também não precisa se preocupar com nada. Inclusive, muitas empresas tem uma política de que se você não ver nada, pode pegar o tour novamente na noite seguinte. Fiz isso por 4 noites na Islândia! E sim, terei que voltar para tentar novamente…

Neste link você tem muitas opções de tour para ver aurora boreal a partir de Reykjavik.

Melhores locais para ver a Aurora Boreal na Islândia

É muito difícil dizer um local específico para ver a aurora boreal, já que depende de todas essas condições que falei acima. Em termos gerais, o segredo é fugir das cidades e procurar um lugar BEM escuro, geralmente no meio do nada! 

“Ah, mas já vi fotos e vídeos de aurora boreal em cidades!” Sim, pode acontecer, mas é mais difícil de captar já que a poluição luminosa tende a “apagar” a aurora.

É possível ver aurora boreal em Reykjavik, mas o ideal é você se afastar do centro da cidade. O Grotta Lighthouse, um farol próximo, é um bom ponto de observação caso as condições ideias estejam reunidas. E para chegar lá, você pode pegar um táxi do centro da cidade.

Dica extra: alerta aurora boreal

Muitos hotéis, principalmente os localizados em zonas mais afastadas, onde o avistamento da aurora boreal é mais fácil, possui a opção de “wake up call”. Caso as luzes do norte estejam visíveis, eles ligam para te avisar. Pergunte na recepção sobre esse serviço quando fizer o check in, assim você pode dormir tranquilo sem achar que está perdendo o espetáculo!

Dicas para fotografar a Aurora Boreal com o celular

Não tem uma câmera profissional? Sem problemas! Com essas dicas, você consegue tirar fotos da aurora boreal com seu celular:

  • Desative o flash: ele só vai atrapalhar a captura.
  • Tempo de exposição: no modo noturno, ajuste para o máximo possível (o iPhone permite até 30 segundos)
  • Estabilize o celular: Use um tripé ou apoie seu celular em algum lugr para evitar mexer, já que durante todos os 30 segundos você tem que estar com o celular completamente parado para evitar uma foto borrada.
  • Mantenha-se imóvel: se quiser aparecer na foto, lembre-se que você também tem que ficar completamente parada!

Dica extra: use o celular para ver se existe aurora boreal. Tire fotos do céu e aumente a saturação até o máximo, assim a aurora vai ficar bem visível! Só não deixe a saturação no máximo se for publicar as fotos, já que vai ficar muito artificial! ;)

Estas duas fotos foram tiradas sem ver nada a olho nu, mas quando olhei no celular, a aurora boreal estava bem ali atrás!

Vista-se adequadamente

Não se esqueça de usar roupas apropriadas: à noite, o frio é sempre muito pior, e como você vai passar muito tempo ao ar livre, tem que se agasalhar bem para não correr riscos. Aqui tem todas as dicas de como se vestir na Islândia e enfrentar o frio extremo sem congelar!

Aurora Boreal na Islândia

Caçar a aurora boreal na Islândia é uma experiência emocionante, mas requer paciência e sorte. Seguindo essas dicas, você aumenta suas chances de presenciar esse espetáculo natural e capturar fotos incríveis. E lembre-se: mesmo que a aurora não apareça, a Islândia é um destino incrível que vale a viagem!

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aurora boreal na islandia
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Quanto custa viajar para a Islândia? Guia completo com dicas para economizar

Viajar para a Islândia sempre foi um sonho, mas confesso que temia que essa aventura pudesse me levar à falência. No entanto, decidi encarar o desafio e passei uma semana explorando esse país incrível.

Agora compartilho minha experiência pessoal, detalhando todos os custos envolvidos e oferecendo dicas valiosas para quem deseja conhecer a terra do gelo e do fogo sem estourar (muito) o orçamento!

Clique aqui para assistir ao vídeo

Já adianto que o país mais seguro do mundo é também um dos mais caros, então se preparem para preços astronômicos. Mas o país é lindo e super diferente de tudo que já visitei, então valeu muito a pena!

Como economizar na viagem para a Islândia: planejamento é tudo!

Se planejar com antecedência é a melhor forma de economizar em qualquer viagem. Compre sua passagem, reserve sua hospedagem, garanta os ingressos e os tours o quanto antes, assim você consegue sempre o preço mais baixo.

Por exemplo, a Blue Lagoon é super concorrida e os ingressos mais baratos costumam esgotar logo! Outra opção é procurar por banhos e piscinas termais públicas, que muitas vezes tem entrada gratuita ou com um preço muito mais baixo que as termas famosas. Dependendo do seu roteiro, pode valer a pena comprar o Reykjavik City Card, que oferece entrada gratuita e descontos em muitas atrações.

Uma coisa que adoro fazer em todos os lugares que vou é um tour gratuito pela cidade. Em Reykjavik existem alguns free walking tours (veja aqui todos), só não fiz porque eu dei muito azar com o clima e não dava para ficar andando pela cidade…

Viajar na baixa temporada é sempre uma maneira de economizar, mas não consegui descobrir ao certo quando é a baixa temporada na Islândia. Alguns dizem de setembro a maio (o que eu acho estranho porque essa é justamente a época da aurora boreal), outros apenas em janeiro e fevereiro. Eu fui em fevereiro porque queria ver a aurora boreal e posso dizer que é baixa temporada por uma razão: o clima é implacável! Sofri muito como vento e os alertas climáticos. Então pense bem se vale a pena economizar mas não aproveitar ao máximo por conta do clima!

Como escolher seu alojamento na Islândia

É importante prestar muita atenção ao alojamento que você escolhe em Reykjavik, já que o barato pode sair caro. No centro da cidade não entram ônibus e você pode ter que ficar esperando pelo pick up dos tours no frio, enfrentando chuva, neve e o vento violento da Islândia.

Além disso, se houver um alerta vermelho e você tiver que ficar trancado no hotel, melhor estar em um lugar agradável, né? Outro ponto é a alimentação: hotel com café da manhã incluído já vai ser uma economia significativa no seu orçamento de viagem! Eu me hospedei no Hilton Nordica e valeu muito a pena: além do café da manhã, tinha direito a usar o lounge executivo que tinha frutas e bebidas durante o dia e um happy hour com drinks e snacks. Economizei bastante por conta disso, já que a comida na Islândia é super cara! Aqui tem várias outras opções de alojamento em Reykjavik.

Transporte na Islândia: alugar carro ou fazer tours?

Muita gente recomenda alugar um carro para explorar a Islândia, mas essa opção pode sair cara. Os preços do combustível e estacionamento são altos e o seguro (também super caro) é indispensável devido ao clima imprevisível. Além disso, dirigir no inverno pode ser perigoso para quem não está acostumado com neve e gelo. Inclusive, todos os locais com quem eu conversei, me aconselharam a não dirigir por lá.

Eu optei por fazer tours guiados (existem muitas opções aqui). Apesar de um custo inicial mais alto, eles incluem transporte, estacionamento, ingressos, guias experientes e evitam preocupações com direção em condições adversas. Se você não se sente seguro dirigindo no gelo ou quer evitar gastos inesperados, essa pode ser uma boa alternativa. Além disso, é super confortável: você entra na van e não precisa se preocupar com mais nada além de aproveitar a paisagem!

Por conta do clima, não usei transporte público, mas vi que não é tão bom assim… Pedia táxi sempre através do aplicativo Hopp e nenhuma corrida saiu por menos de 20€, mesmo sendo distâncias bem curtas.

Como economizar na alimentação na Islândia

A alimentação na Islândia é notoriamente cara. Uma estratégia usada por muitos viajantes é levar comida na mala, como macarrão instantâneo e snacks. Isso pode ajudar a reduzir os custos, mas é importante avaliar se o custo adicional da bagagem compensa essa economia.

Outra alternativa é fazer compras em supermercados locais, sendo o Bónus a rede mais barata do país. Você também pode pedir delivery de comida no seu hotel, o que vai sair um pouco mais barato (mas não muito) do que comer em um restaurante. Eu aproveitei também o lounge executivo do hotel, que oferecia frutas e bebidas durante o dia e um happy hour com drinks e snacks gratuitos – uma economia significativa!

Ah, se você curte uma cervejinha, um vinho ou um drink, se prepare: o álcool na Islândia é extremamente caro. Nem é vendido no mercado, então se você realmente fizer questão de beber algo durante a sua viagem, é melhor comprar no free shop quando pousar no país.

A notícia boa é que a água na Islândia é uma das mais puras do mundo, então você pode beber da torneira ou das cachoeiras sem problema algum. Tenha sempre uma garrafa com você e vá enchendo conforme necessário. E já adianto que a água é realmente deliciosa, se é que podemos falar isso de água… rs

como se vestir na islândia

Cartão ou dinheiro na Islândia: o que é melhor?

A moeda oficial da Islândia não é o Euro, e sim a Coroa Islandesa. Por lá, todo mundo aceita cartão de crédito, então a melhor maneira de economizar com taxas de cambio é usando um cartão sem taxas, como por exemplo, Revolut.

Usei o meu cartão Revolut durante toda a minha viagem, nem cheguei a sacar dinheiro físico, então vale muito a pena! Se for usar o cartão do seu país de origem, sempre escolha pagar na moeda local, o câmbio costuma ser mais vantajoso.

Ah, e se quiser de manter conectada durante toda a viagem, pode comprar um eSim antes mesmo de embarcar. Existem opções a partir de 1€ e com o código LUL7P2NC você ainda tem desconto!

Compras na Islândia: o que vale a pena levar para casa

Por motivo$ óbvio$, eu não comprei quase nada na Islândia! Cheguei a visitar algumas lojas de segunda mão no centro de Reykjavik, mas não vi nada de interessante e os preços ainda eram altos. Só comprei enfeites de Natal, que sempre trago de todas as minhas viagens. O do museu do pênis custou 11€ e o suéter islandês saiu por 14€.

compras islandia souvenirs

Mas se você quiser, ou melhor, puder fazer compras, a Islândia tem souvenirs e produtos únicos e que valem bastante a pena! Aqui estão algumas opções interessantes:

  • Lopapeysa: o tradicional suéter islandês de lã, que custa entre 100€ e 170€.
  • Cosméticos: produtos da Blue Lagoon e outros feitos com lava vulcânica e sílica.
  • Joias de lava: peças sofisticadas feitas com lava vulcânica.
  • Itens vikings: adornos e objetos inspirados na mitologia nórdica.
  • Produtos de supermercado: chocolate islandês, peixes secos e outros produtos locais valem a pena para levar para casa.

Você vai achar esses produtos facilmente nas muitas lojas de souvenirs espalhadas por todo o país e o preço não costuma variar, então nem vale a pena pesquisar muito!

Detalhamento dos custos da viagem: quanto gastei na Islândia

Aqui está um detalhamento dos meus custos durante uma semana na Islândia:

Custos básicos para uma viagem à Islândia

Alimentação

  • Comer miojo no quarto do hotel: grátis! rs
  • Delivery de fast food no hotel: 22€
  • Sanduíche perto do hotel: 10€
  • Almoço rápido no Museu do Pênis: 21€
  • Almoço rápido no Café Loki: 22€
  • Lanche na Black Beach: 16€ (durante o tour na Costa Sul)
  • O famoso Hot dog do Bæjarins Beztu Pylsur: 5€ (comi no aeroporto)
  • Sorvetes: 5€
  • Sorvete na Omnom: 9€
  • Almoço na fazenda de tomates durante o tour do Golden Circle: 30€
  • Jantar no Vox Brasserie (menu degustação): 88€
  • Drinks no Voz Braserrie: 20€ cada
  • Jantar no Óx, restaurante estrela Michelin: 454€, com bebidas incluídas

Preços dos tours e experiências na Islândia

Vale a pena viajar para a Islândia?

Definitivamente! Apesar dos custos elevados, a Islândia oferece experiências únicas e inesquecíveis. Com planejamento e algumas estratégias de economia, é possível explorar esse destino sem comprometer (muito) seu orçamento.

Se você tem vontade de conhecer esse país incrível, recomendo muito! Espero que minhas dicas tenham ajudado a esclarecer melhor os custos e como economizar na sua viagem à Islândia!

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O que vestir em Roma!

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Finalmente voltei ao meu país favorito e trago mais dicas de o que vestir em Roma no Inverno! Passei 4 dias na capital da Itália em Fevereiro e a previsão era de temperaturas entre 3ºC e 10ºC. Mesmo sendo inverno, foi uma viagem curta, então decidi viajar só de mochila para não ter que pagar pela mala, economizando esse dinheiro para gastar lá em gelato, pasta e pizza!

Clique aqui para assistir ao vídeo

Como fui à trabalho, tive que levar o notebook, o que já ocupou um pouco de espaço da mochila. Também preferi não lotar a mala e apenas repetir os looks mesmo, já que sabia que muito provavelmente faria compras lá. Estava certíssima: trouxe uma cafeteira, ainda bem que deixei espaço na mochila! rs

Como montar sua mala de inverno para Roma?

  • Peças-chave: casaco versátil, blusas térmicas, jeans, malhas e um vestido com legging
  • Calçados confortáveis: Roma tem muitas ruas de pedra, então escolha tênis confortáveis que aguentem caminhar por quilômetros.
  • Acessórios indispensáveis: gorro, luvas, óculos de sol e um guarda-chuva (sim, chove muito no inverno romano!)
  • Bolsa pequena e transversal: para carregar tudo o que precisa durante o dia e ainda evitar se tornar uma vítima dos tão famosos pickpockets da Itália!

Mala de viagem: 4 dias em Roma no Inverno

Isso foi tudo o que levei para passar 4 dias em Roma viajando só de mochila:

  • 1 Casaco
  • 1 Calça jeans
  • 2 Malhas
  • 1 Blusas térmicas
  • 1 Vestido
  • 1 Legging com pelinhos por dentro
  • Tênis
  • Chinelo
  • Luvas
  • Gorro
  • 2 óculos de sol
  • Bolsa pequena

Lá, ainda tive que comprar um guarda chuva, porque alguns dias choveu demais. Apesar da chuva, não fez tanto frio assim e poderia ter levado outras roupas. Mas tudo bem, eram só 4 dias mesmo, então não fez muita diferença…

O que vestir em Roma no Inverno

Estes foram os looks que usei durante a viagem:

  • 11 de Fevereiro, aeroporto: Para pegar o vôo de ida, usei minha calça jeans, top branco e cardigan vinho.
  • 12 de Fevereiro, ônibus turístico: No primeiro dia de viagem, que peguei o ônibus hop on hop of e fui de calça jeans e malha preta. Por baixo, ainda estava com a térmica preta. Sem necessidade alguma, já que não estava tão frio e passei a maior parte do dia carregando o casaco!
  • 13 de Fevereiro, Vaticano: No terceiro dia em Roma, usei exatamente o mesmo look da ida: calça jeans, top branco, cardigan vinho. Nesse dia fui visitar o Vaticano, por isso achei melhor usar a calça do que o vestido. Isso é um ponto bem importante quando pensar nos looks para Itália: em muitas igrejas não te deixam entrar de vestido curto, decotes muito grandes, nada muito revelador.
  • 14 de Fevereiro, passeio sem rumo: Neste dia vi que estaria ainda menos frio e fui de vestido e legging. Nem cheguei a colocar a blusa térmica por baixo ou o cardigan por cima. Mas levei o casaco, claro!
  • 15 de Fevereiro, Ostia Antica e vôo de volta: No meu último dia em Roma, fui visitar Ostia Antica e ali estava bem frio por conta do vento. O look foi repetido, claro: calça jeans, top branco, cardigan vinho.

Agora que você já sabe o que levar para Roma no inverno, compartilhe este post com quem também está planejando viajar para lá!

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O que levar na mala para Islândia no Inverno!

Viajar para a Islândia no inverno foi uma das experiências mais incríveis (e frias!) da minha vida. Mas se tem uma coisa que aprendi é que, com a mala certa, dá para encarar o frio sem sofrimento – e sem precisar despachar bagagem! Sim, passei uma semana explorando a Islândia apenas com uma mala de mão. Parece impossível? Então deixa eu te contar o que levar na mala para Islândia e como montar looks quentinhos sem exagerar no peso.

Clique aqui para assistir ao vídeo

Eu viajei durante o inverno, quando a temperatura média é de 0ºC. isso nem é tão frio, mas o grande problema por lá é o vento, que pode deixar a sensação térmica abaixo dos -15ºC!

A maioria das coisas que levei na mala é imprescindível para uma viagem à Islândia, independente da época do ano. Mesmo no verão, as temperaturas raramente passam dos 20ºC e você ainda pode enfrentar neve, chuva e muito vento. Então é bom estar sempre preparado para o pior!

Como montar a mala de mão para Islândia no inverno

inverno na Islândia não é brincadeira! O vento forte, a neve e as temperaturas baixas podem assustar, mas o segredo para se manter confortável é se vestir em camadas. Depois de testar na prática, aqui está o que funcionou para mim:

1. Primeira camada: roupas térmicas

A base de qualquer look na Islândia no inverno é a camada térmica. Foi o que me manteve aquecida o tempo todo.

  • 2 blusas térmicas – Usei praticamente todos os dias.
  • Legging térmica – Perfeita para usar por baixo de outras calças.
  • Legging com pelinhos – Uma opção extra para os dias mais frios.
o que levar na mala para islandia

2. Segunda camada: isolamento

Depois da camada térmica, o objetivo aqui é manter o calor e garantir conforto.

  • Cashmere pink – Além de quentinho, deu um toque de cor nos looks.
  • Camisa xadrez com pelos – Versátil, estilosa e super quentinha, usei bastante.
  • Calças de moletom térmicas (branca e preta) – Confortáveis e quentinhas.
  • Calça para neve – comprei essa calça especialmente para a viagem, já que é imprescindível ter uma calça resistente ao vento e a água. Usei demais!
  • Camiseta – Porque nem tudo precisa ser super quente, principalmente em lugares fechados.
mala neve o que levar

3. Terceira camada: proteção contra o frio e vento

Essa parte é essencial! O vento gelado da Islândia pode ser cruel, então garantir uma camada resistente faz toda a diferença.

  • Casaco corta-vento, impermeável e térmico – Fundamental para não passar frio!
  • Bota de neve – Tem que ser resistente à água e com sola antiderrapante, perfeita para caminhar na neve e no gelo.
  • Tênis – Usei basicamente no hotel e na viagem de ida e volta.
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4. Acessórios essenciais

Os acessórios são tão importantes quanto as roupas! Foram eles que me ajudaram a enfrentar as rajadas de vento congelante.

  • 2 gorros – Trocar os acessórios me ajudou a variar os looks.
  • Balaclava – é feio demais, mas salvou meu rosto do vento gelado em várias situações!
  • Cachecol – como sempre, levei mas não usei, já que não gosto de cachecol! rs
  • Luvas térmicas e leves – Usei as duas, dependendo da necessidade.
  • Aquecedores de mão – comprei e acabei nem usando porque não esquentavam muito e duravam menos de uma hora, me senti enganada…
  • Meias térmicas – Indispensáveis! Levei algumas extras.
  • Palmilhas refletoras – Coloquei nos tênis e ajudaram a manter os pés quentinhos.
  • Grampos para botas – Essenciais para evitar escorregões no gelo.
  • Óculos escuros – O reflexo do sol na neve pode ser bem forte, mas eu quase não peguei sol lá, então não foram muito úteis…
mala islandia o que levar

5. Roupas para Piscinas Termais

A Islândia tem diversas piscinas termais incríveis, então mesmo no inverno, não deixe de levar:

  • Maiô
  • Biquíni
  • Chinelo – para usar no hotel ou nas termas.

6. Bolsa e mochila

  • Mochila – Para levar tudo o que precisava durante os passeios.
  • Bolsa Uniqlo – Compacta e prática, me acompanhou em vários momentos.
mala islandia inverno

Lista completa do que levar na mala para Islândia

  • Calça para neve
  • 2 calças de moletom térmicas
  • 2 blusas de frio (cashmere / camisa com pelos)
  • 2 blusas térmicas
  • 1 camiseta
  • 2 leggings (térmica e com pelinhos)
  • Tênis
  • Bota para neve
  • 2 gorros
  • 1 balaclava
  • 2 luvas (de neve e mais leve)
  • meias térmicas
  • 1 roupa de banho (maiô / biquini)
  • Palmilha refletora
  • Chinelo
  • Mochila
  • Bolsa pequena
  • 2 óculos escuros
casaco islandia inverno

Veja aqui todos os looks que usei nessa viagem e outras dicas de como se vestir na Islândia!

Se você está planejando uma viagem para a Islândia no inverno e quer levar apenas uma mala de mão, pode ter certeza de que essa lista vai te ajudar! Com as camadas certas, acessórios essenciais e um pouco de planejamento, dá para curtir a Islândia sem passar frio – e sem precisar pagar por bagagem extra! ❄️

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mala islandia

Islândia sem carro: roteiro completo de 7 dias!

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Viajar pela Islândia sem alugar um carro pode parecer desafiador, mas é totalmente possível! Com transfers, táxis e tours, consegui explorar o país sem precisar dirigir na neve e no gelo. Neste artigo, compartilho meu roteiro completo de 7 dias, dicas de transporte e tudo o que você precisa saber para evitar perrengues na terra do gelo e do fogo!

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É possível conhecer a Islândia sem carro?

Sim! Apesar de o transporte público na Islândia ser bastante limitado fora de Reykjavik, você pode se locomover com:

  • Transfers do aeroporto para a cidade – Como o Flybus, você pode reservar aqui.
  • Tours organizados para as atrações mais famosas – Fiz todos os tours com a Eastwest e super recomendo!
  • Táxis (bem caros!) que podem ser solicitados pelo app Hopp

Se você não quer dirigir na neve e prefere uma viagem mais confortável, essa opção é perfeita!


Roteiro de 7 dias na Islândia sem carro

Dia 1: Chegada + Tour para Snæfellsnes

Cheguei em Reykjvaik de madrugada e peguei o Flybus para ir do aeroporto para meu hotel. Depois de dormir poucas horas, embarquei em um tour com a EastWest para a Península de Snæfellsnes. Logo na primeira parada, fui surpreendida pelo clima violento, mas a beleza das praias e a presença das focas tornaram tudo especial.

A segunda parada foi para almoçar e conhecer os tão famosos cavalos islandeses. Essa paisagem é realmente linda! Em seguida fomos conhecer a famosa igreja preta de Búðakirkja. Em Arnarstapi Harbour eu realmente achei q fosse voar como vento! Mal deu para aproveitar a paisagem.

Seguimos para uma praia de areia preta (Djúpalónssandur) que mais parecia outro planeta! A última parada do dia foi para ver uma montanha com cachoeira (Kirkjufellsfossar) que apareceu em Game of Thrones, mas as nuvens tinham outros planos e encobriram a montanha!

Acho que o mais importante quando planejar uma viagem para Islândia é realmente ser flexível, já que os planos podem mudar por conta do clima do país. E isso aconteceu logo na minha primeira noite: o tour para ver aurora boreal foi cancelado porque o país estava em alerta amarelo.

Dia 2: museus e gastronomia

No dia seguinte, o alerta subiu para laranja e mais uma vez, o tour que tinha programado foi cancelado. Aproveitei para explorar o Perlan Museum, que tem até uma caverna de gelo de verdade! Por lá provei o famoso sorvete islandes, mas já adianto que não tem nada demais. São apenas caros, como tudo no país.

De táxi, fomos para o museu do Pênis. Sim, é isso mesmo! O The Icelandic Phallological Museum com certeza é um dos lugares mais inusitados de Reykjavik e confesso que me diverti muito ali! A ideia era passear um pouco pelas ruas da cidade, mas o vento estava tão forte que até as lojas fecharam!

Seguimos para uma outra experiência incrível (e quente): jantar no ÓX, restaurante com estrela Michelin. A experiência começa com champagne e algumas entradas. Depois, entramos por uma porta escondida e podemos observar os chefs preparando nossos pratos. Tudo é servido harmonizado com bebidas e pudemos provar coisas tradicionais da Islândia, como iogurte skyr e até tubarão, mas de uma maneira moderna e deliciosa. Foram 22 pratos e é impossível dizer qual foi meu favorito! Para fechar a noite, uma cervejinha em um “tradicional” pub irlandês.

Dia 3: tempestade e aurora boreal

O plano para o terceiro dia de viagem era alugar um carro e ir para o Sul da Islândia, mas o país amanheceu em alerta vermelho, com estradas bloqueadas e muitas atrações fechadas. Assim, tive que adaptar meu roteiro novamente. Decidi que não tinha coragem de dirigir com aquele vento naquelas estradas cheias de gelo, então cancelei o hotel no sul e fiquei em Reykjavik até o fim da viagem.

Nesse dia aproveitei para relaxar no Hilton Reykjavik, onde estava hospedada, vendo o clima furioso pela janela, sem me molhar ou passar frio. À noite, o clima já estava melhor e fomos caçar aurora boreal. Não demos muita sorte, já que ela só apareceu nas fotos, não dava para ver a olho nu. Ainda assim, a paisagem é linda!

Dia 4: Golden Circle

No quarto dia de viagem, peguei o tour mais famoso do país: Golden Circle. A primeira parada foi no Thingvellir National Park onde dizem que é possível andar entre dois continentes: Europa e América, já que é ali que fica a divisão de duas placas tectônicas. Apesar de todo mundo tirar fotos em uma passarela falando que está entre os dois continentes, a divisão fica um pouco mais pra dentro. De qualquer maneira, o lugar é lindo!

Paramos para tomar mais um sorvete superfaturado e seguimos para os geiseres. Eu poderia passar o dia ali vendo eles explodirem, é incrível!

De lá, fomos para uma das cachoeiras mais famosas do país: Gullfoss Waterfall. Almoçamos em uma estufa onde cultivam tomates e seguimos para a última parada do dia: Keriđ, um lago dentro de uma cratera de um vulcão. Devo dizer que o Golden Circle realmente vale toda a fama: vi coisas incríveis nesse dia, amei tudo!

Comi algo rápido no hotel pois logo já estava de volta na van para mais uma dia caçando aurora boreal. Mais uma vez, ela só apareceu para a câmera, mas pelo menos rendeu boas fotos! 

Dia 5: explorando a Costa Sul da Islândia

Poucas horas de sono depois, já estava de volta na van da Eastwest, rumo à Costa Sul da Islândia. A primeira parada foi em um miradouro para ver a longa costa de areia preta.

Parada rápida em Vik e seguimos para a famosa praia de areia preta Reynisfjara, considerado o local mais perigoso da Islândia. Nesse dia o alerta da praia estava vermelho, indicando que não era para pisar na areia, mas ninguém estava respeitando. Eu não tive coragem de chegar perto das famosas colunas de basalto, as ondas ali são realmente muito perigosas. O almoço foi ali também e já adianto para vocês levarem um lanche, já que as opções eram poucas e caras.

Seguimos para o que foi o ponto alto do dia para mim: um glaciar (Sólheimajökull)! É impressionante poder caminhar naquela quantidade absurda de gelo! Outro local que eu passaria várias horas, só admirando!

O sol até saiu para as últimas paradas do dia, em duas cachoeiras (Skógafoss e Seljalandsfoss). Mais um dia comendo algo rápido no hotel para caçar aurora boreal. A essa altura, eu já acho que aurora boreal é uma mentira que contam para os turistas irem para lá… Nessa noite, nem para a câmera ela apareceu!

Dia 6: Blue Lagoon e Reykjavik

Esse dia começou cheio de stress: perdi o transfer que tinha marcado porque passaram mais cedo do que o previsto. Para não perder o ingresso da Blue lagoon, tive que ir até la de táxi e isso saiu um abuso de caro. E assim, a Blue Lagoon é linda, mas realmente não acho que vale todo o dinheiro que cobram.

O ingresso mais básico te dá direito a um drink e uma máscara facial, mas fora isso, não tem nada para fazer por lá, só relaxar na água quente mesmo. E se estiver ventando (o que é super comum na Islândia), nem aproveitar muito você vai conseguir, já que não existem áreas fechadas na lagoa. Eu fiquei 2 horas e já achei tempo demais! De qualquer maneira, valeu a pena para dizer que fui. É importante reservar seu ingresso com antecedência, já que costuma esgotar vários dias antes. Se conseguir, vá logo no primeiro horário para pegar o local mais vazio.

Voltei para Reykjavik e mais uma vez não consegui explorar muito a cidade por conta do vento, da chuva e da neve. Fui me esquentar no Lava Show: um espetáculo onde dá para ver lava de verdade em um ambiente fechado e controlado. É realmente incrível, uma experiência única! Provei um sorvete de unicórnio na Omnom Chocolate Ice Cream Shop e esse valeu o preço que paguei, estava uma delícia! Como nessa noite o tour para ver aurora boreal foi cancelado por conta do clima (sim, DE NOVO!), jantei no Vox Brasserie, restaurante do hotel que estava hospedada.

Dia 7: o famoso hot dog

No último dia aproveitei para dormir um pouco mais, arrumar a mala e ir para o aeroporto com calma. Fiquei feliz que lá tinha o hot dog famoso Bæjarins Beztu Pylsur, já que não consegui comê-lo na cidade. Achei bem gostoso, tanto que comi até dois! rs


Como funciona o transporte na Islândia sem carro?

Como mencionei antes, o transporte público na Islândia não é eficiente para turistas. Aqui estão as opções que usei:

🔹 Transfers do aeroporto → Empresas como Flybus e Airport Direct fazem o trajeto entre Keflavik e Reykjavik. Você pode reservar aqui.
🔹 Tours e excursões → As melhores empresas oferecem transporte confortável e guias experientes para os principais pontos turísticos. Eu adorei conhecer o país através dos tours: não tinha que me preocupar com nada e podia descansar entre uma parada e outra! Veja muitas opções de tours a partir de Reykjavik clicando aqui.
🔹 Táxi pelo app Hopp → Uma opção prática dentro de Reykjavik, mas com preços bem elevados.

Se sua ideia era usar transporte público na Islândia, esqueça! Essa opção é viável apenas dentro da capital e ainda assim, não recomendo por conta do clima. Imagina ficar esperando pelo ônibus no vento e frio de -15ºC? Ninguém merece…

tours islandia
Bem confortável na van explorando a Islândia

Como é e por que evitar dirigir na Islândia?

Se você está pensando em alugar um carro, avalie bem os desafios antes de tomar essa decisão.

  • 🚨 Clima extremo – Neve, gelo e ventos fortíssimos podem tornar a direção perigosa, especialmente para quem não está acostumado. Além disso, se houver algum alerta climático, o seguro não cobre danos ao veículo.
  • 🛑 Estradas fechadas – Algumas rodovias podem ser bloqueadas sem aviso prévio.
  • ⚠️ Custo elevado – Além do aluguel do carro, há custos extras como seguro, combustível, estacionamento e possíveis taxas de resgate (sim, se você atolar, pode ter que pagar para ser resgatado!).

Se você já tem experiência dirigindo em condições extremas, pode ser uma boa opção. Caso contrário, tours organizados são mais seguros e confortáveis. Inclusive, todos os locais com quem conversei durante a minha viagem falaram que não é seguro dirigir por lá se você não está acostumado aquelas condições de clima… Mesmo sendo uma motorista experiente, achei melhor não arriscar e desisti de alugar um carro na Islândia!


Dicas de segurança na Islândia

A Islândia é um país seguro, mas o clima extremo e as condições naturais podem representar desafios. Aqui estão algumas dicas essenciais para garantir uma viagem tranquila:

  • Consulte a previsão do tempo e alertas climáticos → O site Vedur.is fornece informações atualizadas sobre o clima e alertas de tempestades. Sempre verifique antes de sair para passeios ao ar livre. Ainda assim, o clima na Islândia muda de um minuto para o outro, então nada é garantido.
  • Cheque as condições das estradas → O aplicativo Vegagerdin mostra quais estradas estão abertas, bloqueadas ou com condições perigosas.
  • Tenha um seguro viagem → Acidentes podem acontecer, e o custo médico na Islândia é alto. Um seguro viagem cobre emergências e imprevistos. Garanta seu seguro viagem com desconto clicando aqui.
  • Use um eSIM para ter internet sempre → A conexão de dados é essencial para acessar mapas, checar alertas e pedir ajuda caso necessário. Compre seu eSim / chip Virtual para viajar a partir de 1€ (com desconto!) usando o código LUL7P2NC.
  • Respeite a sinalização → Muitas áreas naturais possuem placas alertando sobre riscos. Nunca ultrapasse barreiras ou ignore avisos.
  • Cadastre seu roteiro no site SafeTravel → Se for fazer trilhas ou visitar regiões mais remotas, registre-se no SafeTravel.is para que as autoridades saibam onde você está.
  • Leve roupas apropriadas → O clima muda rápido, então vista-se em camadas e use roupas impermeáveis. Descubra aqui como se vestir na Islândia.
  • Evite caminhar sozinho em locais isolados → Falésias, geleiras e áreas vulcânicas podem ser perigosas.

Seguindo essas dicas, você garante uma viagem segura e aproveita a Islândia sem preocupações!


Vale a pena conhecer a Islândia sem carro?

Definitivamente! Se você quer evitar o stress de dirigir na neve e não se importa em seguir horários de excursões, viajar pela Islândia sem carro é uma alternativa prática e segura.

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Como se vestir na Islândia: roupas e dicas essenciais para o inverno!

Vai viajar para a Islândia no inverno? Saiba quais roupas usar para enfrentar o frio extremo, vento cortante e neve, garantindo conforto e segurança durante sua viagem com as minhas dicas de como se vestir na Islândia!

Clique aqui para assistir ao vídeo

A Islândia é um destino dos sonhos, mas o inverno lá pode ser desafiador! Com temperaturas baixas, ventos intensos e variações climáticas extremas, escolher a roupa certa faz toda a diferença. Depois de passar uma semana explorando o país no inverno, reuni as melhores dicas para te ajudar a montar sua mala e evitar perrengues.


O clima da Islândia no inverno

A primeira coisa que você precisa saber é que na Islândia o frio não vem sozinho: o vento faz tudo parecer ainda mais gelado! Além disso, a qualquer momento pode chover ou nevar, então é essencial estar preparado para mudanças bruscas no clima.

  • Temperatura média: entre -5°C e 5°C, mas a sensação térmica pode ser MUITO menor por conta do vento.
  • Chuva e neve frequentes: roupas impermeáveis são essenciais.
  • Dias curtos: no auge do inverno, o sol nasce tarde e se põe cedo.

Como disse, viajei em pleno inverno, onde o clima é ainda mais intenso. Mas conversei muito com os locais e sei que mesmo durante o verão, o tempo na Islândia pode ser bem complicado. Apesar das temperaturas um pouco mais altas, o vento continua e as mudanças são frequentes. Então mesmo que você viaje em outra época, é importante levar roupas para frio e principalmente peças que te protejam do vento, chuva e neve.

Agora que você já sabe o que esperar, vamos às dicas de como se vestir na Islândia!


🧥 Como se vestir para o frio extremo da Islândia

Vista-se em camadas!

A técnica das camadas é a chave para se manter aquecido sem carregar roupas volumosas. Use sempre:

  1. Camada base (segunda pele térmica): Blusa, legging e meias térmicas. Elas ajudam a reter o calor e afastar a umidade do corpo.
  2. Camada intermediária (isolante térmico): Fleece, cashmere ou lã. Ajuda a manter a temperatura corporal.
  3. Camada externa (corta-vento e impermeável): Casaco e calça resistentes ao vento e à água.

💡 Dica: Escolha uma calça impermeável, especialmente se for fazer passeios ao ar livre. Eu usei uma calça pink para neve que, além de funcional, rendeu fotos incríveis!


Sapatos certos: proteção contra neve e gelo

Nada pior do que pés molhados e congelando! Para evitar isso, escolha botas térmicas e à prova d’água.

  • Botas de neve impermeáveis e com forro térmico (usei minhas Timberland forradas com pelos!).
  • Solado com boa tração, pois há gelo por todo lado.
  • Grampos para botas (crampons, em inglês) para evitar escorregões – compre antes de viajar, pois na Islândia são bem caros!

Acessórios essenciais

Os acessórios certos fazem toda a diferença no frio islandês:

  • Luvas térmicas e impermeáveis – essenciais para proteger as mãos do frio e do vento.
  • Cachecol e/ou balaclava – a balaclava cobre o rosto e protege do vento cortante.
  • Gorro forrado – ajuda a manter a cabeça aquecida, evitando a perda de calor.

📅 Meus Looks na Islândia

  • 3 de fevereiro – Aeroporto: Conforto acima de tudo! Usei uma calça de moletom térmica, camiseta e camisa. Evitei as peças térmicas para não passar calor no avião.
  • 4 de fevereiro – Tour pela Snæfellsnes Peninsula: Calça pink impermeável e camisa xadrez forrada. Em alguns momentos usei o gorro branco mas quando estava ventando muito, trocava pela balaclava. Nas mãos, usei as luvas para neve. Nos pés, também tive que usar os grampos nas botas para não escorregar.
  • 5 de fevereiro – Dia de Museus: o país estava em alerta laranja, com muito vento e chuva, por isso os tours foram cancelados. Fiquei em Reykjavik e visitei alguns museus. Estava com a minha calça de moletom branca, que também é térmica com pelinhos por dentro, cashmere pink, gorro branco. Por baixo, legging e blusa térmica. Nas mãos, usei as luvas normais, já que não ia ficar muito tempo ao ar livre. Passei o dia com a bolsa da Uniqlo, sem mochila.
  • 6 de fevereiro – Relax no hotel: A Islândia estava em alerta vermelho, portanto o país inteiro estava fechado por conta da neve e do vento. Passei o dia no hotel de calça de moletom e camiseta, só coloquei o maiô para ir no spa. À noite saímos para caçar aurora boreal e usei o mesmo look do dia anterior, só tenho foto desfocada.
  • 7 de fevereiro – Golden Circle: o clima estava até agradável, quase não tinha vento! Usei a calça pink e camisa xadrez com camadas térmicas por baixo. Também usei grampos nas botas. No mesmo dia, para caçar aurora boreal mais uma vez, fui com calça de moletom branca, cashmere pink, gorro branco.
  • 8 de fevereiro – Costa Sul: Pegamos todos os climas possíveis: vento, chuva, neve, sol… Fui de novo com minha calça pink, cashmere, gorro branco.
  • 9 de fevereiro – Blue Lagoon e Reykjavik: Maiô branco para relaxar nas águas termais. Depois, para passear por Reykjavik com muito vento, chuva e neve, estava com calça preta, cashmere pink , gorro branco, botas de neve. Para jantar no hotel, coloquei a camisa e usei o tênis em vez das botas.
  • 10 de fevereiro – Aeroporto: O mesmo look confortável da ida.

🎒 Extras: o que levar na mochila?

Durante os passeios, sempre levei comigo uma mochila que tinha:

  • Cachecol e balaclava
  • Snacks e água
  • Grampos para botas
  • Luvas reservas

Eu deixava a mochila na van e usava a bolsa pequena para carregar menos peso durante as caminhadas.

Agora que você já sabe como se vestir na Islândia para enfrentar o inverno extremo, pode viajar tranquilo e curtir esse país incrível sem passar frio! 🔥

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